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Direto da BolsaDireto da Redação

Cobertura de notícias sobre mercados, ações e investimentos no Brasil e no exterior

Analistas: impacto de corte de juros e da inflação não será imediato

O anúncio de que a inflação de 2016 se manteve abaixo do teto da meta e da redução, pelo Banco Central, da taxa básica de juros, de 13,75% para 13% ao ano, gerou certo alívio para os consumidores, que têm reclamado nos últimos meses da alta dos preços e da dificuldade de acesso ao crédito. No entanto, os reflexos das medidas econômicas no dia a dia das pessoas ainda devem levar um tempo para aparecer, segundo especialistas. Em relação à queda da inflação, por exemplo, os consumidores afirmam que ainda não sentiram mudança expressiva nos preços. “Não teve diferença, os preços continuam altos, principalmente nos supermercados”, disse a aposentada Silvana Souza. O entregador Adonias Alves também ainda não notou diferença nos preços. “Para mim, aumentaram muito. Eu vou no mercado com o mesmo valor que ia antigamente e não consigo comprar tudo, está tudo bem mais caro”, comparou. (Com Agência Brasil) Leia Mais

Santander anuncia corte de 5% a 10% das taxas de juros para pessoa física

O Santander Brasil anunciou nesta quinta-feira (12) um corte de 5% a 10% das taxas de juros das suas principais linhas de crédito para pessoas físicas. O crédito pessoal terá a taxa mínima reduzida de 2,09% para 1,99% ao mês, e a máxima, de 8,49% para 7,99% ao mês. Já a taxa mínima do empréstimo para compra de veículos, passa de 1,39% para 1,25% ao mês, enquanto a máxima vai de 2,99% para 2,79% mensais. As mudanças valem a partir desta sexta-feira (13). A medida acompanha anúncios semelhantes feitos na véspera por Bradesco e Banco do Brasil, após o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) ter cortado a Selic em 0,75 ponto percentual, para 13% ao ano. (Com Reuters)

Bolsa sobe 2,4% após corte de juros e fecha no maior nível desde novembro

Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (12) em alta de 2,41%, a 63.953,93 pontos. Este é o maior nível de fechamento desde 8 de novembro, quando terminou o dia a 64.157,68 pontos. Na véspera, a Bovespa havia subido 0,51%. A alta veio um dia após o Banco Central fazer o maior corte na taxa de juros em quase cinco anos. As ações dos bancos, que também anunciaram que vão reduzir os juros, fecharam em alta de mais de 2%. Os papéis da Vale avançaram mais de 3% e os da Petrobras, acima de 1,5%. (Com Reuters) Leia Mais

Temer fala em baixar taxa de juros de dois dígitos para um

O presidente Michel Temer elogiou nesta quinta-feira (12) o corte de juros feito pelo Banco Central na véspera. "Juros muito altos revelam um desestimulo para quem investir", disse Temer. Ele também sugeriu que a taxa de juros pode ir abaixo de 10%, mas não precisou quando isso pode ocorrer. "Nós vamos, sem que eu queria dar palpite na área financeira, sair de dois dígitos [na taxa de juros] para um digito só. O trabalho agora é para colocar a inflação no centro da meta de 4,5% neste ano", declarou o presidente em discurso em Praia Grande (SP). Na véspera, o BC cortou a taxa básica de juros (Selic) em 0,75 ponto percentual, para 13% ao ano, a maior redução em quase cinco anos. (Com Reuters) Leia Mais

Temer fala em baixar taxa de juros de dois dígitos para um - Alan Marques/Folhapress

Dólar fecha em queda de 0,5%, a R$ 3,176, um dia após BC cortar juros

dólar comercial fechou esta quinta-feira (12) em queda de 0,5%, cotado a R$ 3,176 na venda. É a segunda baixa seguida da moeda norte-americana, que havia caído 0,22% na véspera. Este é novamente o menor valor de fechamento desde 8 de novembro, quando o dólar terminou o dia valendo R$ 3,167. Na véspera, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu cortar a taxa básica de juros (Selic) no país em 0,75 ponto percentual, para 13%. Foi o maior corte em quase cinco anos, o que surpreendeu a maioria dos analistas de mercado. Apesar do corte significativo da Selic, o juro brasileiro seguia como o mais alto do mundo, segundo levantamento da Infinity Asset, o que mantinha a atratividade do país aos investidores. (Com Reuters) Leia Mais

Ações da Fiat Chrysler tombam 16% após acusação sobre fraude de poluentes

As ações da Fiat Chrysler despencaram 16,1% nesta quinta-feira (12) e puxaram para baixo a Bolsa da Itália e as ações do setor automobilístico como um todo. A montadora de carros foi acusada de burlar o controle de emissões de poluentes em veículos a diesel nos Estados Unidos, uma fraude semelhante a da Volkswagen. Com isso, o índice FTSEurofirst 300 fechou em queda de 0,72%, a 1.432 pontos. Veja as oscilações das principais Bolsas de Valores da Europa

  • Portugal: +0,05%
  • Inglaterra: +0,03%
  • Espanha: -0,01%
  • França: -0,51%
  • Alemanha: -1,07%
  • Itália: -1,69% (Com Reuters)
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Ações da Fiat Chrysler tombam 16% após acusação sobre fraude de poluentes - REUTERS/Osman Orsal

Bolsa opera em alta de 2,7% após corte de juros; dólar cai, a R$ 3,18

A Bolsa operava em alta, enquanto o dólar comercial caía nesta quinta-feira (12). Por volta das 16h15, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 2,7%, a 64.134,63 pontos. No mesmo horário, a moeda norte-americana se desvalorizava 0,46%, a R$ 3,177 na venda. Na véspera, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 13%, no maior corte em quase cinco anos. Segundo investidores, a queda dos juros deve favorecer as empresas endividadas e atrair mais recursos para Bolsa. Também na quarta-feira, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, deu sua primeira coletiva desde que venceu a disputa para a Casa Branca. (Com Reuters)

EUA reclamam da China na OMC sobre subsídios para alumínio

O governo norte-americano lançou nesta quinta-feira (12) uma nova reclamação na OMC (Organização Mundial do Comércio) contra subsídios chineses ao alumínio, acusando a China de expandir sua participação no mercado global por meio de empréstimos estatais diretos de baixo custo e energia subsidiada. A queixa, que busca explicações de Pequim sobre o assunto, provavelmente vai adicionar tensão às relações comerciais já abaladas entre as duas maiores economias do mundo uma vez que o presidente eleito, Donald Trump, prepara=se para assumir a Casa Branca na próxima semana com promessa de colocar como principal prioridade reduzir o deficit comercial norte-americano com a China. (Com Reuters) Leia Mais

Fibria anuncia aumento de US$ 30 no preço de celulose

A produtora de celulose de eucalipto Fibria (FIBR3) anunciou nesta quinta-feira (12) novo aumento no preço do insumo usado na produção de papel, reajustando em US$ 30 os valores da tonelada vendida para América do Norte, Europa e Ásia. A companhia afirmou que o reajuste é válido a partir de 1º de fevereiro. O novo preço para a América do Norte será de US$ 890 a tonelada, enquanto para a Europa será de US$ 710 e a para a Ásia, de US$ 600. (Com Reuters)

Bolsa sobe 2,7% após corte de juros; dólar opera em queda, a R$ 3,18

A Bolsa operava em alta, enquanto o dólar comercial caía nesta quinta-feira (12). Por volta das 15h10, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 2,66%, a 64.109,64 pontos. No mesmo horário, a moeda norte-americana se desvalorizava 0,28%, a R$ 3,183 na venda. Na véspera, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 13%, no maior corte em quase cinco anos. Segundo investidores, a queda dos juros deve favorecer as empresas endividadas e atrair mais recursos para Bolsa. Também na quarta-feira, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, deu sua primeira coletiva desde que venceu a disputa para a Casa Branca. (Com Reuters)

Setor de franquias tem seu pior ano em 2016, aponta associação

A previsão de o setor de franquias fechar com alta de 8% no faturamento no ano passado, como estima a Associação Brasileira de Franchising (ABF), confirmará 2016 como o ano com o pior desempenho do setor desde início da pesquisa, realizada há uma década, disse nesta quinta-feira (12) o comando da associação. A estimativa é de uma queda de 1,1% no volume de redes de franquias em 2016, mas com alta de 3,1% no número de pontos no ano passado, atingindo 142 mil pontos de venda. (Com Valor)  Leia Mais

Bolsa sobe mais de 2% após corte de juros; dólar opera em queda, a R$ 3,18

A Bolsa operava em alta de mais de 2%, enquanto o dólar comercial caía nesta quinta-feira (12). Por volta das 14h10, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 2,34%, a 63.908,28 pontos. No mesmo horário, a moeda norte-americana se desvalorizava 0,45%, a R$ 3,177 na venda. Na véspera, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 13%, no maior corte em quase cinco anos. Segundo investidores, a queda dos juros deve favorecer as empresas endividadas e atrair mais recursos para Bolsa. Também na quarta-feira, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, deu sua primeira coletiva desde que venceu a disputa para a Casa Branca. (Com Reuters)

Governo quer antecipar leilão do pré-sal para o 1º semestre

O governo federal busca antecipar o leilão do pré-sal para o primeiro semestre deste ano, diante de alguns indicadores que apontam uma melhoria no cenário econômico do país, afirmou nesta quinta-feira (12) a jornalistas o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix. O governo federal aprovou no final do ano passado a realização da segunda rodada de licitação sob o regime de partilha de produção, com a oferta de quatro áreas do pré-sal adjacentes a grandes descobertas já realizadas. O leilão foi originalmente previsto para o segundo semestre. (Com Reuters)  Leia Mais

BCE estende QE para sustentar economia em ano de possíveis choques políticos

Os dirigentes de política monetária do BCE (Banco Central Europeu) decidiram estender o programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) da instituição em nove meses para dar sustentação à economia de 10 trilhões de euros da zona do euro durante um ano de possíveis choques políticos, segundo a ata da reunião de dezembro do BCE, publicada nesta quinta-feira (12). No mês passado, o BCE anunciou a prorrogação do QE até o fim deste ano, mas também decidiu reduzir suas compras mensais de ativos, de 80 bilhões de euros para 60 bilhões de euros, a partir de abril. Originalmente, o programa terminaria em março. (Com A Tarde) Leia Mais

Sauditas cortam produção de petróleo abaixo de 10 milhões de barris/dia

A Arábia Saudita cortou sua produção de petróleo para um pouco menos de 10 milhões de barris por dia (bpd) e planeja uma redução mais profunda em fevereiro, dentro do acordo entre produtores globais para reduzir a extração, disse o ministro saudita de Energia, Khalid al-Falih, nesta quinta-feira (12). Questionado se o acordo precisaria ser prorrogado para além de seis meses, ele disse que os produtores vão observar o mercado de petróleo e só intervirão se necessário. Os produtores da Opep (Organização dos Países Produtores de Petróleo) e de fora do grupo estão levando muito a sério o acordo, disse ele a repórteres, em uma conferência da indústria. (Com Reuters)

Bolsa sobe mais de 2%; dólar opera em queda, vendido perto de R$ 3,18

A Bolsa operava em alta de mais de 2%, enquanto o dólar comercial caía nesta quinta-feira (12). Por volta das 13h10, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 2,42%, a 63.959,51 pontos. No mesmo horário, a moeda norte-americana se desvalorizava 0,63%, a R$ 3,172 na venda. Na véspera, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 13%, no maior corte em quase cinco anos. Também na quarta-feira, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, deu sua primeira coletiva desde que venceu a disputa para a Casa Branca. Ao contrário do que se especulava, Trump não deu detalhes sobre os rumos da política econômica de seu governo, o que frustrou investidores. (Com Reuters)

AutoBan vai emitir R$ 800 milhões em debêntures de infraestrutura

A AutoBan, concessionária do grupo CCR, prepara uma emissão pública de debêntures de infraestrutura no volume de R$ 800 milhões. Os títulos terão vencimento em cinco anos e serão distribuídos conforme as regras da instrução 400 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A amortização será integral no vencimento e os papéis terão atualização monetária pelo IPCA. (Com Valor) Leia Mais

Bolsa opera em alta de 2,7%; dólar cai, vendido perto de R$ 3,18

A Bolsa operava em alta de mais de 2%, enquanto o dólar comercial caía nesta quinta-feira (12). Por volta das 12h10, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 2,7%, a 64.134,44 pontos. No mesmo horário, a moeda norte-americana se desvalorizava 0,48%, a R$ 3,176 na venda. Na véspera, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 13%, no maior corte em quase cinco anos. Também na quarta-feira, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, deu sua primeira coletiva desde que venceu a disputa para a Casa Branca. Ao contrário do que se especulava, Trump não deu detalhes sobre os rumos da política econômica de seu governo, o que frustrou investidores. (Com Reuters)

Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA crescem menos que o esperado

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos subiram em 10 mil, para 247 mil em números ajustados sazonalmente, na semana encerrada em 7 de janeiro, informou o Departamento de Trabalho norte-americano nesta quinta-feira (12). O número ficou abaixo do esperado. Economistas consultados pela agência de notícias Reuters projetavam que os pedidos ficariam em 255 mil, o que aponta para um mercado de trabalho apertado que está começando a estimular o crescimento mais rápido dos salários. (Com Reuters) 

Conselho aprova sem restrições acordo entre Petrobras e São Martinho

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições acordo entre a Petrobras Biocombustível, subsidiária da Petrobras (PETR4), e a São Martinho (SMTO3), segundo publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira (12). Em meados de dezembro, a Petrobras fechou negócio com a São Martinho para venda de sua fatia de 49% na produtora de etanol Nova Fronteira, por um valor estimado de US$ 133 milhões. A Nova Fronteira tem como principal negócio a Usina Boa Vista, localizada em Quirinópolis (GO). (Com Reuters)  Leia Mais

Bolsa opera em alta de 2,8%; dólar cai 1%, vendido perto de R$ 3,16

A Bolsa operava em alta de mais de 2%, enquanto o dólar comercial chegava a cair 1% nesta quinta-feira (12). Por volta das 11h15, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 2,83%, a 64.211,97 pontos. No mesmo horário, a moeda norte-americana se desvalorizava 1,07%, a R$ 3,158 na venda. Na noite de ontem, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 13%, no maior corte em quase cinco anos. Apesar da redução, o Brasil continua sendo o país com juros reais mais altos. O Banco Central não anunciou, até o momento, nenhuma intervenção no mercado de câmbio. Ele não atua desde 13 de dezembro. (Com Reuters)

Ações de bancos operam em alta de mais de 2% após BC cortar juros

As ações de bancos operavam em alta nesta quinta-feira (11), após o Comitê de Política Monetára (Copom) cortar em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juros da economia, para 13% ao ano. Por volta das 10h50, os papéis do Itaú Unibanco (ITUB4) ganhavam 2,32%, a R$ 36,65, e as ações do Bradesco (BBDC4) se valorizavam 2,71%, a R$ 31,43. No mesmo horário, as ações do Banco do Brasil (BBAS3) tinham alta de 2,81%, a R$ 29,28. (Com Reuters) 

Banco do Brasil vai liderar consórcio de bancos para socorrer o Rio

O Banco do Brasil vai liderar um consórcio de bancos para fazer novos empréstimos ao governo do Rio de Janeiro com garantias do Tesouro. Caixa e Bradesco farão parte do grupo, que pode contar com mais instituições privadas. Os valores, que giram em torno de R$ 3 bilhões, ainda não foram definidos e devem ser fechados na próxima semana, pois ainda dependem da venda da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro). (Com Folha de S. Paulo) Leia Mais

Produção industrial da zona do euro cresce mais do que o esperado

A produção industrial da zona do euro aumentou muito mais do que o esperado em novembro uma vez que as empresas elevaram acentuadamente a produção de bens de consumo não duráveis, como vestuário ou gêneros alimentícios, um sinal de melhor crescimento no último trimestre de 2016. A agência de estatística da União Europeia, Eurostat, disse nesta quinta-feira (12) que a produção industrial no bloco cresceu 1,5% em novembro e 3,2% em relação ao ano anterior. Pesquisa da Reuters com economistas apontava aumento mensal de 0,5% e alta de 1,6% em relação ao ano anterior.(Com Reuters) Leia Mais

Bolsa opera em alta de mais de 2%; dólar chega a cair 1%, a R$ 3,16

A Bolsa operava em alta de mais de 2%, enquanto o dólar comercial chegava a cair 1% nesta quinta-feira (12). Por volta das 10h10, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 2,47%, a 63.987,63 pontos. No mesmo horário, a moeda norte-americana se desvalorizava 0,96%, a R$ 3,162 na venda. Na noite de ontem, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 13%, no maior corte em quase cinco anos. Apesar da redução, o Brasil continua sendo o país com juros reais mais altos. O Banco Central não anunciou, até o momento, nenhuma intervenção no mercado de câmbio. Ele não atua desde 13 de dezembro. (Com Reuters)

Bancos anunciam juros mais baixos após BC cortar taxa

Os grandes bancos brasileiros preparam redução nos juros cobrados do consumidor após o terceiro corte na taxa básica de juros desde outubro. Nesta quarta, o Copom (Comitê de Política Monetária) cortou a Selic de 13,75% para 13% ao ano. Eles também devem aproveitar para iniciar um corte mais agressivo nas taxas de juros do rotativo do cartão de crédito, em uma antecipação às mudanças nas regras do produto, que iniciará no final de março. Hoje, a taxa do rotativo se aproxima dos 480% ao ano, enquanto o parcelamento da fatura custa ao consumidor 150% ao ano. (Com Folha de S.Paulo) Leia Mais

Dólar abre o dia em queda, abaixo de R$ 3,18, após corte dos juros

O dólar comercial abriu os negócios desta quinta-feira operando em queda, após cair 0,22% na véspera. Por volta das 9h, a moeda norte-americana se desvalorizava 0,47%, a R$ 3,175 na venda. Na noite de ontem, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 13%, no maior corte em quase cinco anos. Apesar da redução, o Brasil continua sendo o país com juros reais mais altos. O Banco Central não anunciou, até o momento, nenhuma intervenção no mercado de câmbio. Ele não atua desde 13 de dezembro. (Com Reuters)

Setor de serviços em novembro cai 4,6% em um ano, na 20ª queda

O setor de serviços do Brasil encolheu pela vigésima vez seguida em novembro sobre o mesmo período do ano anterior. As empresas de serviços faturaram 4,6% a menos, descontando o efeito da inflação. Em relação a outubro, o setor cresceu 0,1%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com esses resultados, a queda acumulada no ano chegou a 5%, e, em 12 meses, também a 5,1%. O setor de serviços inclui, por exemplo, salões de beleza, imobiliárias, oficinas mecânicas, escritórios de advocacia, agências de turismo, companhias aéreas e hotéis, entre outros. (Com Reuters) Leia Mais

Bolsa do Japão fecha em queda de 1,2%; mercados se desvalorizam na Ásia

A maioria das Bolsas da Ásia e do Pacífico fechou em queda nesta quinta-feira (12), após o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, fazer um discurso na véspera. Investidores consideram que ainda não está clara qual será a política fiscal da gestão Trump. O índice japonês Nikkei perdeu 1,19%, e a Bolsa da China, 0,55%. Veja as variações dos mercados nesta quinta:

  • Japão: -1,19%
  • Hong Kong: -0,46%
  • China: -0,55%
  • Coreia do Sul: +0,58%
  • Taiwan: +0,69%
  • Cingapura: -0,26%
  • Austrália: -0,08%. (Com Reuters)
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Resultado:

Câmbio

Dólar comercial - 16/01/2017 16h59
Compra Venda Variação
Dólar com. 3,2370 3,2385 +0,53%
Dólar tur. 3,0800 3,4000 +0,59%
Euro 3,4366 3,4379 +0,23%
Libra 3,9028 3,9058 -0,53%
Pesos arg. 0,2039 0,2045 +0,54%

Fonte Thompson Reuters

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Bolsas de Valores

Bovespa - 16/01/2017 18h20 - 63.831,28
Variação
Brasil | Bovespa +0,28%
EUA | Nasdaq +0.00%
França | CAC 40 -0.82%
Japão | Nikkei -1.00%

Fonte Thompson Reuters

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Ações em destaque

Ação Variação Cotação
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Commodities

Venda Variação
Petróleo (Brent) US$ 53,860 -0,41%
Ouro US$ 1203,550 0,0%
Prata US$ 16,860 0,0%
Platina US$ 985,500 0,0%
Paládio US$ 747,000 0,0%

Fonte Thompson Reuters

Inflação

Índice Mês Valor
IPCA dez.16 +0,3%
IPC-Fipe dez.16 +0,72%
IGP-M dez.16 +0,54%
INPC dez.16 +0,14%

Fonte Thompson Reuters

Indicadores

Valor Atualização
Salário Mínimo R$ 937,00 2017
Global 40 +112,32% 16.Jan.2017
TR +0,14% 16.Jan.2017
CDI +12,88% 16.Jan.2017
SELIC +13,0% 11.jan.2017
IPCA +0,3% dez.16

Fonte Thompson Reuters

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