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14/09/2010 - 12h53

Bolsa oscila, e dólar opera em baixa; siga gráficos interativos

Da Redação, em São Paulo

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) oscila entre o azul e o vermelho nesta terça-feira. Por volta das 12h45, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) estava praticamente estável com ligeira queda de 0,07%, aos 67.980,26 pontos (siga gráfico da Bovespa com atualização constante). Veja ainda cotação das ações e fechamentos anteriores da Bolsa.

A cotação do dólar comercial tinha queda de 0,64%, a R$ 1,705 na venda  (veja gráfico com as últimas atualizações). A cotação do euro subia 0,55%, a R$ 2,215 na venda (gráfico). Confira também as cotações anteriores do dólar e de outras moedas em novo gráfico interativo.

Em Wall Street, o Índice Dow Jones estava em alta de 0,30%.

Bolsas asiáticas

 Após a forte valorização de ontem, impulsionada pelos dados das economias chinesa e americana, as Bolsas asiáticas fecharam o pregão sem direção definida.

Os principais indicadores da região apresentaram leve variação para cima ou para baixo, sem que nenhum fator específico exercesse grande peso sobre as operações.

Vale passa a Petrobras

 As ações da Vale ganharam mais importância do que as da Petrobras na Bolsa. Pela primeira vez desde 2006, as ações da Vale passaram a ser mais negociadas do que as da Petrobras.

No Índice Bovespa (Ibovespa), que é a principal métrica do mercado de ações e é composto pelos papéis mais negociados na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a ação preferencial da Vale (VALE5) -que possui preferência na hora de receber dividendos, mas não tem direito a voto- representa 10,748%, enquanto a preferencial da Petrobras (PETR4), 9,709%.

Os dados foram calculados com base nos dados entre maio e agosto deste ano.

Destaques

Um índice importante para a economia brasileira são as vendas no varejo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas cresceram pelo terceiro mês consecutivo em julho sobre junho, em 0,4%. Na comparação com igual mês do ano passado, houve alta de 10,9%.

Nos Estados Unidos, o mesmo índice constatou que as vendas no varejo cresceram mais que o esperado em agosto, registrando a maior alta em cinco meses devido a fortes receitas de postos de gasolina e lojas de roupas, de acordo com um relatório do governo.

E, na Europa, a produção industrial da zona do euro foi mais fraca que o esperado em julho, abatida por uma queda na atividade de bens de consumo duráveis. A agência de estatísticas Eurostat informou que a produção ficou estável sobre junho e subiu 7,1% ante julho de 2009. 

(Com informações de Reuters e Valor)

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