
A Bolsa brasileira opera em queda acentuada nesta terça-feira (6), puxada pelas gigantes Petrobras (PETR3)(PETR4) e Vale (VALE3)(VALE5), seguindo o mau humor internacional em meio a temores de um possível calote da Grécia.
Por volta das 15h, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) tinha baixa de 2,79%, aos 65.095,60 pontos (siga no UOL Economia gráfico da Bovespa com atualização constante).
A Vale informou na noite da véspera que vai contestar cobrança de parte de um auto de infração sobre a qual foi notificada, com cobrança referente à incidência de Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) e Imposto de Renda sobre lucros no exterior, entre 1996 e 2002.
Veja ainda no UOL a cotação das ações e fechamentos anteriores da Bolsa.
Já a cotação do dólar comercial subia 1,36%, a R$ 1,760 na venda (veja no UOL gráfico com as últimas atualizações). O euro tinha alta de 0,37%, a R$ 2,309.
Para o operador Sandro Fernandes, da Geraldo Corrêa Corretora de Valores, além de temores globais com a Grécia, o mercado também repercutia o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, e ainda a revisão para baixo da meta de crescimento da economia chinesa, na véspera.
"O receio de que os credores privados da Grécia estejam sendo forçados a ceder faz o mercado ficar conturbado", disse.
Autoridades da Grécia afirmaram que o país não tem planos para estender o prazo de 8 de março em sua oferta de troca de bônus aos credores privados, desmentindo rumores de que a data-limite possa ser adiada para aumentar a participação na oferta.
Internamente, pesa o resultado do PIB brasileiro, que cresceu 0,3% no quarto trimestre de 2011 ante o terceiro, levando a expansão acumulada no ano a 2,7%.
As ações asiáticas caíram nesta terça-feira em meio à desaceleração econômica na China e na Europa e receios com o Irã, o que atingiu a confiança do consumidor, levando-os a realizar lucros de recentes altas que se marcaram por grande liquidez.
A redução de meta de crescimento da China e números que apontam para o risco de a Europa voltar a ter recessão corroeram o otimismo que vinham marcando o tom dos mercados globais desde que o Banco Central Europeu (BCE) fez a primeira grande injeção de liquidez, no fim de dezembro.
Na manhã de hoje foram divulgados novos dados sobre o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro . A economia brasileira cresceu 2,7% em 2011, com um crescimento de 0,3% no quarto trimestre e após ter encolhido no terceiro trimestre --antes havia sido informada uma estagnação nesse período. Os resultados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (6).
O desempenho anual não atingiu a estimativa do governo. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou em dezembro que o crescimento deveria ficar entre 3% e 3,5%. Já o Banco Central (BC) divulgou em relatório que acreditava em uma alta de 3%.
(Com informação da Reuters )
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| IPC-Fipe | mar.13 | -0,17% |
| IGP-M | mar.13 | 0,21% |
| INPC | mar.13 | 0,60% |
| TR | 0,000% | 19.Mai.2013 |
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| CDI | 7,210% | 19.Mai.2013 |
| SELIC | 7,50% | 17.Abr.2013 |