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10/07/2012 - 11h13 / Atualizada 10/07/2012 - 16h16

Bovespa opera em baixa e dólar sobe nesta terça-feira; siga gráficos

Do UOL, em São Paulo

A Bovespa ampliou o ritmo de baixa e passou a cair mais de 2% nesta terça-feira (10). A Bolsa paulista era pressionada pela queda das ações preferenciais da Petrobras (PETR4) e dos papéis da PDG Realty (PDGR3).

Às 16h15, o Ibovespa (principal índice da Bovespa) tinha desvalorização de 2,65%, aos 53.924,66 pontos (siga no UOL Economia gráfico da Bovespa com atualização constante). Veja ainda no UOL a cotação das ações e fechamentos anteriores da Bolsa.

A PDG Realty anunciou nesta terça-feira uma redução de 47% na previsão de lançamentos para este ano, se considerado o ponto-médio das estimativas, citando a atual conjuntura macroeconômica e seus efeitos no mercado imobiliário.

No início dos negócios desta terça-feira, o dólar começou no vermelho, mas logo mudou de direção.

cotação do dólar comercial tinha valorização de 0,52%, a R$ 2,038 na venda. O euro registrava desvalorização de 0,29%, a R$ 2,498.

Embora a moeda americana aponte para cima, o noticiário vindo da Europa é relativamente mais positivo nesta sessão. Na véspera, os ministros das Finanças da zona do euro concordaram em disponibilizar até o fim do mês uma ajuda de € 30 bilhões para ajudar o fragilizado setor bancário espanhol.
 
Ao mesmo tempo, os líderes também apoiaram planos para ampliar em um ano, para 2014, o prazo limite para que a Espanha cumpra a meta de deficit e volte a se enquadrar nas regras fiscais da União Europeia (UE).
 
No entanto, as autoridades não fizeram progresso aparente em questões como a ativação de fundos de resgate do bloco para intervir nos mercados de bônus e reduzir os custos de financiamento de Espanha e Itália, que têm saltado recentemente para níveis considerados insustentáveis. 
 

Bolsas internacionais

Os índices acionários europeus tiveram sólidos ganhos nesta terça-feira, impulsionados pelas expectativas de que a zona do euro esteja chegando perto de colocar seu fundo de resgate em ação e com baixos volumes de férias de verão exagerando os movimentos dos mercados.

As ações asiáticas caíram nesta terça-feira após o crescimento das importações chinesas desacelerar com força em junho, destacando fraqueza na demanda doméstica na segunda maior economia do mundo e somando-se a preocupações com a deterioração das condições da economia global.

As importações da China cresceram 6,3% em junho ante o mesmo período do ano passado, menos que a metade da previsão de aumento de 12,7%, enquanto as exportações cresceram 11,3% no ano, mais rápido que as expectativas de alta de 9,9%.

(Com informações de Reuters e Valor)

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