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14/04/2008 - 17h05

Ações da Petrobras disparam e puxam Bovespa

Da Redação
Em São Paulo
As ações ordinárias da Petrobras (com direito a voto) avançavam 7,75% (a R$ 102,49) perto das 17h desta segunda-feira, com informações não oficiais de que a Bacia de Santos pode ter o terceiro maior campo de petróleo do planeta. Os papéis preferenciais (sem direito a voto) da estatal subiam 5,66% (a R$ 83).

Os rumores amenizaram a queda da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Pouco antes das 17h, o Ibovespa, principal indicador de ações do mercado nacional, caía 0,61%, a 62.205 pontos (acompanhe gráfico da Bolsa com atualização constante). Antes de correr a notícia sobre o petróleo, o índice chegou a descer 1,8%.

"As ações (da Petrobras) estão subindo por causa da notícia sobre a nova reserva", disse o operador de uma grande corretora paulista, que preferiu não se identificar.

EUA: cenário ruim
Os principais índices de ações dos Estados Unidos caíam nesta tarde. O Wachovia Corp, quarto maior banco dos Estados Unidos, anunciou nesta segunda-feira um surpreendente prejuízo registrado no primeiro trimestre, depois de fortes perdas com crédito.

Por outro lado, a pesquisa sobre o varejo americano divulgada nesta segunda-feira trouxe números melhores que o previsto por analistas. Houve um aumento de 0,2% nas vendas de março. Especialistas estimavam estagnação. Excluindo o comércio de automóveis, o aumento foi de 0,1%, em linha com o esperado.

O levantamento de estoques dos negócios, também nos EUA, trouxe dados de acordo com a expectativa: alta de 0,6% em fevereiro.

A Gerdau S.A. e a Metalúrgica Gerdau apresentaram detalhes de duas ofertas de ações que podem levantar R$ 5,28 bilhões ao grupo ou mais
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Juros no Brasil
O momento mais aguardado da semana pelos investidores no Brasil é a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a taxa básica de juros. A decisão é divulgada na quarta-feira, após o fechamento da Bolsa.

O evento ganha especial importância porque o BC pode interromper uma longa série de cortes no juro básico para iniciar um ciclo de alta. A previsão de analistas de mercado é de que a autoridade monetária aumente em 0,25 ponto percentual a taxa.

A última vez em que a instituição aumentou foi em 20 de abril de 2005, quando a taxa passou de 19,25% ao ano para 19,5%.

Agenda
Os investidores terão novas informações para analisar o andamento da crise financeira dos Estados Unidos a partir de terça-feira 15, quando serão publicados os resultados dos bancos Merrill Lynch e Bear Stearns. Na quarta (16), sai o balanço do JP Morgan.

Em relação a dados macroeconômicos, na terça-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) apresenta as vendas no varejo em fevereiro. A expectativa é de retração de 1,6%, seguindo avanço de 1,8%. Nos EUA, o Departamento de Trabalho traz o Índice de Preços ao Produtor (PPI) de março.

Na quarta-feira, a agenda externa é carregada, com o Índice de Preços ao Consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês), produção industrial e Livro Bege do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano.

Na quinta e sexta-feira, a agenda é mais tranqüila, com os dados semanais de emprego nos EUA e índices de preços no front interno.

(Com inormações de Reuters e Valor Online)

Bovespa Fonte: Thomson Reuters

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