A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) caiu 0,89% nesta terça-feira, aos 53.999,52 pontos. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, interrompeu uma série de três altas seguidas, mas ainda acumula ganhos de 44% no ano.
A
cotação do dólar comercial caiu 1,59% nesta terça-feira, a R$ 1,923 na venda, completando o oitavo dia consecutivo de desvalorização. É o menor valor desde 30 de setembro de 2008, quando fechou em R$ 1,906. Desde 2 de março, quando alcançou R$ 2,443 (a cotação máxima do ano), o dólar já despencou 21,3%. No ano, a baixa é de 17,57%.
Pela manhã, a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis (NAR, na sigla em inglês) informou que as vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA cresceram 6,7% em abril, ante expectativa de leve alta de 0,5%. Segundo a NAR, o crédito tributário e o juro baixo ajudaram as vendas pendentes de moradias naquele mês.
A
concordata da General Motors, anunciada ontem, continuou prendendo a atenção dos investidores. A empresa tenta um acordo para vender a marca
Hummer e salvar 3.000 empregos nos Estados Unidos.
Hoje a
Opel, filial da montadora na Europa, recebeu a primeira ajuda financeira do governo alemão. O valor é de US$ 423 milhões.
Na
Ásia, as Bolsas fecharam sem direção comum com novas preocupações sobre os testes nucleares realizados na Coreia do Norte. Há expectativas de que os norte-coreanos estejam preparando um novo teste de um míssil de médio alcance. O índice de Tóquio subiu 0,27%.
(Com informações de Agência Estado, Efe e Valor Online)