Brasil seria bem recebido na OCDE, diz diretor da entidade

SANTIAGO DO CHILE, 11 JAN (ANSA) - O diretor de Relações Públicas da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Anthony Gooch, disse hoje à ANSA que o Brasil "ainda não tomou a decisão de ser membro" da entidade, mas "já está muito envolvido" em seus trabalhos.

O funcionário, que está no Chile para a cerimônia de adesão do país ao órgão, indicou ainda que um eventual interesse do Brasil deve ser bem recebido. "Se o Brasil quisesse dar esse passo em seu momento, ficaria muito surpreso se a OCDE não lhe desse as boas-vindas", afirmou.

Ao comentar o ingresso do Chile, anunciado em dezembro e formalizado hoje no Palácio de La Moneda, sede do governo, Gooch afirmou que a presença do país tem uma "relevância particular", já que se trata do primeiro membro sul-americano da OCDE.

Antes, em toda a América Latina, apenas o México fazia parte da organização, que reúne países considerados desenvolvidos e com o Chile passará a ter 31 integrantes.

"Nossa vocação é global. A OCDE não é um clube de países ricos, é um grupo de países que buscam a prosperidade, as melhores práticas de políticas públicas a nível mundial, estabelecer padrões mundiais para melhorar as economias e conseguir uma economia e uma sociedade mais justas, limpas e fortes", afirmou o diretor.

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