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Malásia considera possíveis destroços como "nova pista" do Boeing 777-200

Kuala Lumpur, 20 mar (EFE).- O governo da Malásia qualificou nesta quinta-feira como uma "nova pista" os dois objetos encontrados pelas autoridades australianas no Oceano Índico, a cerca de 2,5 mil quilômetros ao sudoeste da cidade de Perth, que podem pertencer ao avião desaparecido no último dia 8 de março com 239 pessoas a bordo.

"O primeiro-ministro, Najib Razak, recebeu esta manhã um telefonema de seu colega australiano, Tony Abbott, informando sobre a descoberta de 'dois objetos relacionados com as buscas' do voo MH370 no sul do Oceano Índico", afirmou em comunicado o ministro malaio da Defesa e também interino dos Transportes, Hishammuddin Hussein.

O ministro malaio confirmou para a imprensa a "nova pista" antes de se reunir com a delegação australiana na Malásia.

"Assim como fizemos desde o primeiro dia, vamos seguir cada pista e desta vez esperamos que tenha um desfecho positivo", acrescentou Hishammuddin, que está à espera de informação para "confirmar" se os objetos encontrados fazem parte da aeronave que transportava 239 pessoas de Kuala Lumpur a Pequim.

Um avião da Força Aérea australiana já se encontra no local em que as imagens do satélite, analisadas e identificadas por especialistas desse país, mostraram as novas informações sobre a possível localização do avião desaparecido.

"A Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA, sigla em inglês) recebeu informações, com base em dados de satélite, sobre objetos possivelmente relacionados com as buscas", declarou no Parlamento australiano o primeiro-ministro Tony Abbott.

O chefe de governo do país da Oceania acrescentou que a tarefa é "extremamente difícil" e pode ser que a nova descoberta não tenha relação alguma com o avião, como já ocorreu anteriormente.

O representante das autoridades australianas que lideram as buscas no Índico com a ajuda de Estados Unidos e Nova Zelândia disse que o objeto de maior tamanho é "de cerca de 24 metros".

Com todos os recursos possíveis utilizados nas buscas, Young afirmou que a prioridade é localizar os destroços, confirmar que se são do voo MH370, recuperá-los e trazê-los ao continente.

"Continuaremos até que o encontremos ou saibamos que é impossível achá-lo", acrescentou o funcionário australiano, mas também insistiu que as imagens captadas pelos satélites nem sempre têm relação com o que se procura.

Até o momento, sabe-se que o avião mudou de rota e chegou até o Estreito de Malaca, mas, a partir desse ponto, são duas as hipóteses que direcionam as buscas em dois vetores: o norte e o sul.

Pelo menos 26 nações participam dessa nova fase de buscas, após a confirmação que o voo MH370, que fazia a rota Kuala Lumpur-Pequim, desligou suas comunicações e mudou de rumo de forma deliberada.

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