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Para Lula, crise dos alimentos "é passageira" e não oferece perigo

Da Redação
Em São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje, em Campinas, que a crise global de alimentos não irá durar muito. Em discurso durante cerimônia de assinatura de ordens de serviço de início de obras do PAC, o presidente voltou a defender o biocombustível brasileiro.



"A crise é passageira e não é perigosa. Por exemplo, o feijão, que no Brasil subiu por causa de duas secas, em 90 dias pode nascer de novo. Essa crise pode ser muito curta", disse.

Para Lula, o biocombustível brasileiro não é o vilão da crise. Como no discurso feito há dois dias, em cerimônia de aniversário de 35 anos da Embrapa, o presidente atacou o petróleo. "Por que ninguém que critica o biocombustível, critica o petróleo? E a influência do preço do petróleo no frete dos transportes dos alimentos e nos insumos agrícolas? Por que não cobram tarifas para o petróleo e cobram para o álcool?", questionou o presidente.

Lula ainda comparou o Brasil a um atacante que começa a fazer gols, ao dizer que, assim como os zagueiros se preparam "com chuteira de pregos para dar bicudas no atacante", os países ricos estão usando "mentiras deslavadas" contra o país. "Quando começamos a competir com eles, começa a sair propaganda negativa do Brasil dizendo coisas como: 'o zebu brasileiro não e gado, cana de açúcar está sendo plantada na Amazônia ou que o álcool aumenta preço dos alimentos", atacou.

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