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GM diz que está considerando possibilidade de pedir concordata

Da Redação

Em São Paulo

A montadora americana General Motors anunciou nesta segunda-feira que considera, no momento, a possibilidade de recorrer à lei de falências americana (equivalente no Brasil à antiga concordata, atual recuperação judicial), eventualidade que havia rejeitado até então, pelo previsível impacto sobre suas vendas nos Estados Unidos.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, havia dito mais cedo que as fabricantes de veículos General Motors e Chrysler podem ter que usar mecanismo de recuperação judicial (antiga concordata) para se reestruturarem e reduzirem dívidas.


NOVA DIREÇÃO
17.fev.09 - Gary Malerba/Efe
Rick Wagoner, o presidente demitido da General Motors
17.fev.09 - Carlos Osorio/AP
Henderson, chefe operacional da GM, é promovido a presidente
CRISE FINANCEIRA
UOL ECONOMIA
A montadora trocou seu presidente, Rick Wagoner, a pedido do governo americano. "Rick Wagoner deixará o cargo de presidente e diretor executivo, efetiva e imediatamente", afirma a empresa em um comunicado.

Wagoner, 56 anos, assumira a direção da gigante em 2000 e a presidência em 2003.

Em um comunicado publicado no site da empresa, Wagoner afirma ter se reunido na sexta-feira em Washington com funcionários do governo, que pediram sua renúncia.

A GM anunciou ainda o nome de Fritz Henderson, até agora chefe operacional da empresa, como novo presidente da diretoria.

"Fritz Henderson, presidente e chefe operacional da GM, será agora o diretor geral", anunciou a empresa em um comunicado.

(Com informações da AFP)

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