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BC quer sistema financeiro "conservador" contra crise, diz diretor

Sílvio Guedes Crespo

Da Redação, em São Paulo

O Banco Central defende, em instâncias no exterior, que o sistema financeiro internacional seja "o mais conservador possível", afirmou nesta sexta-feira o diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro da instituição, Alexandre Tombini.

"É inevitável que nosso sistema se internacionalize, e nós não queremos importar o risco do exterior", disse Tombini, durante o 8º Seminário Febraban de Economia, em São Paulo.

Ele apontou "falhas de regulação" no sistema financeiro internacional como uma das causas da crise. Para Tombini, as normas estavam "aquém das instituições nos diversos mercados".

A insuficiência de capital de algumas instituições financeiras e "falhas na avaliação do risco de crédito" foram outros dois fatores que contribuíram para a crise. Contra isso, o Banco Central tem defendido, em discussões internacionais, limites de "alavancagem" para os bancos.
 

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