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03/02/2009 - 17h19

Jovens não escolhem profissão pelo dinheiro, indica pesquisa da UERJ

SÃO PAULO - Os jovens não estão escolhendo suas futuras profissões com base no dinheiro. É o que revela uma pesquisa realizada pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), que processou o questionamento sociocultural preenchido por candidatos que prestaram o vestibular da instituição.

Os dados revelaram que 66,81% dos jovens brasileiros não escolhem a profissão com base nos salários que podem receber, o que indica que estão procurando carreiras para as quais possuem aptidão.

Carreiras em alta

As carreiras mais procuradas são medicina, com 24,26 candidatos por vaga, seguida por desenho industrial (17,03 candidatos/vaga), jornalismo (15,54), engenharia química (11,18) e relações públicas (10,52).

De acordo com o levantamento, 21,5 mil concorrentes têm renda familiar mensal de até três salários mínimos. "As carreiras mais concorridas deixaram de ser ocupadas exclusivamente pela elite. Isso é muito positivo", afirmou a pedagoga e coordenadora do vestibular da UERJ, Maria Inês Melo Guimarães.

Com as cotas, a disputa ficou ainda mais acirrada. Em medicina, por exemplo, 20% das vagas são reservadas para quem estudou em escola pública, 20% para descendentes de negros e 5% para deficientes, indígenas e filhos de policiais que morreram em serviço. Com isso, a relação candidato/ vaga para medicina sobe para 42,08, de acordo com informações da instituição de ensino.

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