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18/02/2009 - 12h11

Moscou reduz aquecimento apesar do clima siberiano

MOSCOU, 18 Fev 2011 (AFP) -O prefeito de Moscou pediu aos serviços locais que diminuam o aquecimento nos edifícios da capital russa, apesar das temperaturas extremamente baixas registradas, depois que moradores reclamaram de superaquecimento em seus apartamentos, destacou a imprensa local.

"Se os prédios estiverem superaquecidos, isto significa que as redes (de aquecimento urbano) estão mal ajustados. Precisamos cuidar disso", contou Sergei Sobyanin, citado pela agência de notícias Ria Novosti.

Segundo a fonte, o prefeito fez a proposta durante encontro depois que de seu vice, Piyotr Biriukov, indicar que apesar das temperaturas abaixo de zero, os moradores têm reclamado de excesso de calor e não de excesso de frio.

O aquecimento distrital, um sistema que conecta edifícios residenciais ao serviço de aquecimento municipal, é disseminado nas cidades russas.

Nos últimos dias, Moscou tem enfrentado temperaturas próximas aos 30 graus Celsius negativos no começo da manhã, o que, se não for um recorde histórico, é cerca de dez graus abaixo da temperatura média para fevereiro.

A economia de escala, teoricamente peculiar a este tipo de sistema, é comprometida pelo desperdício e pela inabilidade em regular o aquecimento nos apartamentos, além do constante abrir e fechar de janelas no meio do inverno.
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