! Obama e Aso concordam em combater protecionismo e mísseis norte-coreanos - 24/02/2009 - AFP - Economia
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24/02/2009 - 18h45

Obama e Aso concordam em combater protecionismo e mísseis norte-coreanos

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WASHINGTON, EUA, 24 Fev 2009 (AFP) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro japonês, Taro Aso, concordaram nesta terça-feira em resistir ao "protecionismo" e enfrentar juntos o "problema" dos mísseis norte-coreanos, revelou a Casa Branca.

Obama e Aso se reuniram em Washington quando a Coréia do Norte anuncia o lançamento de um "satélite", no que pode ser mais um teste de míssil de longo alcance.

Os dois líderes, que conversaram no Salão Oval da Casa Branca, concordaram em trabalhar "estreita e urgentemente" para estimular a demanda interna e externa para enfrentar a crise econômica global.

Obama e Taro Aso - o primeiro líder estrangeiro recebido na Casa Branca no atual governo - "concordaram completamente com a necessidade de resistir ao protecionismo", em um momento onde a tentação crescente de se impor barreiras nos Estados Unidos provoca grande preocupação na comunidade internacional.

O presidente americano afirmou que Tóquio é um aliado econômico vital dos Estados Unidos e Aso lembrou que "como somos a primeira e a segunda economia mundial, vamos ter que trabalhar juntos". "Acho que somos os únicos países que têm o bastante para oferecer" no que diz respeito à crise econômica.

Obama disse a Aso que a aliança entre Japão e Estados Unidos é a "pedra angular" da segurança do leste asiático, ao destacar que as relações bilaterais são "extraordinariamente importantes".

"É por esta razão que o premier é o primeiro governante a me visitar no Salão Oval", assinalou Obama. "Penso que é o testemunho da forte união entre Estados Unidos e Japão".

Obama também destacou o papel do Japão no combate às mudanças climáticas e no Afeganistão.

Especialistas estimam que um dos objetivos de Obama ao marcar este encontro era tranqüilizar o grande aliado japonês quanto à solidez de suas relações bilaterais, e dissipar preocupações sobre um suposto favorecimento dos Estados Unidos em suas relações com a China, terceira potência mundial.

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