! Australiano gasta US$ 1,8 mi para comprar carro mais caro do mundo - 06/05/2009 - BBC Brasil
UOL Notícias Economia

BOLSAS

CÂMBIO

06/05/2009 - 13h27

Australiano gasta US$ 1,8 mi para comprar carro mais caro do mundo

Giovana Vitola

De Sydney para a BBC Brasil
Um australiano é o primeiro comprador do carro avaliado como o mais caro do mundo, o novo modelo esportivo da Aston Martin, o One-77.

O carro, apresentado no final do ano passado em uma feira em Gênova, na Itália, onde foi agraciado com o título de "melhor conceito de carro", custa US$ 1,8 milhão.

Até então, o carro esportivo considerado o mais caro do mundo pela revista Forbes era o Bugatti Veyron 16.4, que custa US$ 1,2 milhão.

Reprodução
One-77, o modelo esportivo da montadora inglesa Aston Martin

O One-77, da Aston Martin, montadora inglesa especializada em carros esportivos de luxo, é uma edição limitada que terá apenas 77 unidades.

Equipado com motor de 7,3 litros V12 e 700 cavalos de potência, o carro pode atingir a velocidade máxima de 320 km/h. Outro detalhe que explica o alto custo é a estrutura externa do carro, toda feita manualmente.

Técnico deverá calibrar a suspensão de acordo com o comprador
O carro é "uma obra de arte", disse o gerente da companhia na Austrália, Marcel Fabris, ao jornal "The Australian". "Muitas estatísticas vitais do carro ainda são segredo", complementou.

"Ainda estamos procurando interessados e em fase de mostrar e envolver consumidores com o produto", disse Matt Clarke, gerente de Comunicações da Aston Martin.

O comprador australiano já desembolsou US$ 150 mil, para reservar o veículo, que deve receber em 2010. "Os carros comprados serão entregues nos primeiros três meses do ano que vem", confirmou Clarke.

Na entrega, o carro deve ser acompanhado por um engenheiro, que irá calibrar a suspensão de acordo com o gosto do consumidor.

Segundo Fabris, a oferta e a procura do mercado automobilístico de carros como o One-77 ainda faz sentido, apesar da crise no setor, que registrou, só na Austrália, uma queda de 20% a 25% nos últimos meses.

"Nenhuma crise ainda afetou os super-ricos, que continuarão comprando", disse ele.

Compartilhe:

    Hospedagem: UOL Host