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25/03/2010 - 13h53

Confiança do consumidor brasileiro cresce 0,6% em março

EFE
Rio de Janeiro, 25 mar (EFE).- O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) cresceu apenas 0,6% em março frente a fevereiro, mas ainda está muito acima do nível medido no mesmo mês do ano passado, quando o Brasil ainda vivia os efeitos da crise econômica global, informou hoje a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em março, o ICC ficou em 110,9 pontos, acima dos 110,2 pontos medidos em fevereiro e muito distante dos 97,8 pontos de março do ano passado, segundo a FGV.

O indicador está pouco mais de 15 pontos acima do patamar mínimo de 95,4 pontos registrado em dezembro de 2008 como consequência da crise, mas ainda está a 8,5 pontos do máximo de 119,4 pontos de março de 2008, antes que os efeitos da crise começassem a ser sentidos.

De acordo com o estudo da FGV, a percentagem de brasileiros que consideram que suas finanças pessoais melhoraram subiu de 28,7% em fevereiro para 29,4% em março, enquanto a proporção dos que disseram acreditar no contrário passou de 3,7% para 3,8% no mesmo período.

A percentagem de consumidores que planejam comprar mais bens não perecíveis nos próximos seis meses subiu de 9,5% em fevereiro para 11,6% em março, enquanto os que disseram que comprarão passaram de 31% para 29,8%.

"Dentre os quesitos que compõem o ICC, o indicador que mede a intenção de compras de bens duráveis foi o que mais contribuiu para a evolução positiva do índice em março. Após três meses consecutivos em queda, o indicador elevou-se em 4,2%, retornando ao nível de outubro de 2009", diz a FGV em nota postada em seu site.

O índice de confiança foi medido por meio de pesquisas em mais de dois mil domicílios realizadas entre os dias 1º e 22 de março em sete das principais capitais brasileiras.

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