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09/04/2010 - 17h10

Barril do Texas fecha em queda em N.York

EFE
Nova York, 9 abr (EFE).- O barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) caiu hoje 0,55% e fechou o pregão valendo US$ 84,92 em Nova York, encerrando a semana em um nível semelhante ao que tinha na semana passada e registrando três dias seguidos de queda.

No fechamento do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) para entrega em maio caíram US$ 0,47 e fecharam a semana em alta de apenas US$ 0,05 em relação à sexta-feira passada.

Os contratos de gasolina para esse mesmo mês caíram cerca de US$ 0,01 em relação a ontem e o galão (3,78 litros) fechou valendo US$ 2,28, enquanto o gasóleo terminou o dia em um nível similar ao de ontem, a US$ 2,22 o galão.

O preço de gás natural para entrega em maio recuperou um pouco do perdido nas duas últimas sessões e fechou a US$ 4,07 por mil pés cúbicos, US$ 0,17 mais caro que ontem.

O petróleo do Texas chegou a ser negociado acima de US$ 87 durante essa semana e fechou os pregões de segunda e de terça-feira acima dos US$ 86, um nível que não atingia desde 9 de outubro de 2008.

No entanto, o barril seguiu uma tendência de baixa a partir da quarta-feira devido em parte ao fortalecimento do dólar perante o euro e outras divisas, após o aumento da preocupação com as finanças da Grécia.

A queda no preço do petróleo, contudo, não obedeceu hoje esse padrão, pois a moeda americana perdia força perante o euro e outras moedas, o que em várias ocasiões anteriores contribuiu para estimular o investimento em petróleo e outras matérias-primas.

Por um euro se pagavam nesta ocasião US$ 1,3470, comparado com US$ 1,3349 do dia anterior.

A baixa do petróleo nos últimos três pregões coincidiu também com um aumento das reservas nos Estados Unidos maior do que se esperava, algo que tende a pressionar a baixa do preço do petróleo.

As reservas de petróleo aumentaram em 2 milhões de barris na semana passada, quase o dobro do que previam alguns analistas. No entanto, o total das reservas, de 356,2 milhões, é 2,7% inferior ao do ano passado na mesma época.

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