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31/08/2009 - 10h06

Governo não está preparando novo tributo para as editoras, diz diretor do MinC

SÃO PAULO - A contribuição de 1% do faturamento anual das editoras para o Fundo Pró-Leitura não seria um novo tributo a ser cobrado do setor e sim uma sugestão que partiu dos próprios empresários.

Ao menos esta é a explicação do diretor de livro, leitura e literatura do MinC (Ministério da Cultura), Fabiano dos Santos Piuba, para as notícias de que o governo estaria preparando um novo tributo para o setor.

Segundo ele, o acordo teria sido feito em 2004, quando o segmento teve a contribuição da PIS/Cofins, que variava de 9% a 11%, reduzida pelo governo, sendo que, naquela ocasião, os empresários do setor teriam oferecido, voluntariamente, 1% do faturamento anual para subsidiar o Fundo Pró-Leitura.

Preços

A ajuda para o Fundo, ainda segundo Piuba, não irá impactar o preço final do produto para o consumidor e ainda permitirá a construção de bibliotecas, ampliação de acervos, assim como a preparação de novos profissionais para o segmento.

Segundo estudo da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo), entre os anos de 2004 e 2008, os preços dos livros no Brasil ficaram até 38% mais baratos,

A maior queda foi verificada no segmento de livros religiosos. Em seguida, vieram os livros didáticos (-24,5%), os livros científicos, técnicos e profissionais (-23,3%) e o segmento de obras gerais (-22,4%).

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