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22/09/2009 - 16h08

Sob a luz dos astros, veja o que fazer com investimentos daqui para a frente

SÃO PAULO - "Milionários não usam a astrologia, só os bilionários". A frase, que poderia ser de algum guru da astrologia, é do famoso banqueiro norte-americano J. P. Morgan. Ele acreditava na astrologia para os investimentos, técnica alternativa que está se disseminando no Brasil. Mas o que ela diz em relação ao futuro?

Para o presidente da AstroBrasil, Maurício Bernis, os astros mostram que ainda há volatilidade nos mercados e, por isso, é preciso tomar cuidado com o otimismo exagerado e ter cautela com os investimentos entre o período de setembro e outubro deste ano, apesar dos sinais de que o pior da crise já passou. "Depois, um novo momento (de volatilidade e cautela) é de abril até julho do ano que vem. Nos intervalos, que todos invistam com a luz dos astros".

Ainda em relação ao futuro, os astros indicam que o mercado financeiro mundial passará por grandes mudanças nas próximas duas décadas. "Isso está previsto no ciclo de Plutão e Capricórnio: nos próximos 20 anos, vai haver mudanças nas transações mundiais", explicou Bernis.

Astros x investimentos

De acordo com o especialista, a ligação da astrologia com o dinheiro é bastante antiga, tanto que algumas análises técnicas têm origem na ciência dos astros, que tem seu aspecto matemático para explicar a ligação entre os movimentos dos astros e as ocorrências da vida aqui na Terra.

A astrologia é usada nos investimentos da seguinte forma: primeiro é feito uma mapa astrológico da pessoa, que indica um momento inicial. Depois, são determinados ciclos a partir da repetição de eventos astrológicos. "O mapa avalia qual o perfil do investidor, quais os segmentos de investimento indicados, quais os tipos de investimento que ele pode fazer, como potencial mesmo".

Depois disso, é determinado quando ele deve tomar uma atitude ou não, como comprar ou vender ações, por exemplo. De acordo com Bernis, existe um serviço em que se monta uma agenda para o investidor, com dicas sobre o que ele deve fazer em cada dia. "Dá para saber o que fazer porque a astrologia tem o planeta que rege a compra e a venda. Conforme está esta estrutura (dos astros) em relação ao mapa da pessoa, a gente pode ver o que ele deve fazer".

E quando o mercado não vai bem?

A astrologia não se limita a determinar o mapa astral das pessoas, mas também dos indicadores de mercado, como o Ibovespa, cada ação do mercado, commodities e até mesmo o dólar. A partir disso, é traçada uma tendência, que não depende da pessoa, mas do mercado.

Porém, mesmo quando a tendência do indicador é ruim, a pessoa pode se dar bem. "Se o período está bom para ele (investidor), isso quer dizer que vai encontrar oportunidades mesmo quando o mercado não está bom, e é o que a gente vê acontecer", explicou Bernis, a exemplo das pessoas que compraram ações quando o mercado estava em baixa, o que significa que o mapa astral delas estava positivo.

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