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23/09/2009 - 12h41

Bancos públicos têm tarifas prioritárias mais baratas em 65,6% dos casos

SÃO PAULO - Os bancos públicos cobram preços mais baixos que seus concorrentes privados na maioria dos serviços, revelou pesquisa realizada pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (SAE) do Ministério da Fazenda.

De acordo com os dados, de julho deste ano, 21 dos 32 serviços prioritários têm um preço médio menor nas instituições públicas, o que significa que em 65,6% dos casos esses bancos cobram menos do que os privados.

A cobrança de tarifas com preços menor pelos bancos públicos também é comprovada em 75% dos serviços oferecidos para as pessoas jurídicas.

Tarifas

O objetivo do estudo divulgado é facilitar o processo de escolha do consumidor e aprimorar a qualidade das informações direcionadas aos usuários dos serviços bancários e, assim, estimular a concorrência entre as instituições bancárias.

Os dados foram fornecidos pelos bancos públicos e pelas maiores instituições financeiras privadas, que representam 90% dos depósitos dos 50 maiores bancos do País.

Dentre as tarifas que os bancos públicos cobram mais, estão a confecção de ficha cadastral, com valor médio de R$ 33,25 nessas instituições e de R$ 18,83 nos concorrentes privados, bem como consultas a serviços de proteção ao crédito (R$ 8,13 público e R$ 0,07 privado) e talão de cheque com dez folhas (R$ 6,32 público e R$ 0,58 privado).

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