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04/11/2009 - 10h30

Socopa divulga sua carteira recomendada para a primeira semana de novembro

SÃO PAULO - A corretora Socopa divulgou sua carteira recomendada para a primeira semana de novembro, mantendo os mesmos 10 papéis sugeridos no último portfólio. O setor de saúde representa a maior fatia da lista (21,2%), seguido por consumo (15,7%) e siderurgia e mineração (13,0%).

Para os próximos dias, a instituição prevê a continuidade da volatilidade na bolsa brasileira, tendo em vista principalmente a pesada agenda econômica norte-americana e o pedido de concordata da financeira CIT, nos EUA, além da temporada de resultados do terceiro trimestre.

"Decidimos manter nossa carteira recomendada, apenas alterando os pesos dos papéis para refletir as mudanças feitas na carteira top pick", explicou a corretora.

Confira as recomendações:

Empresa Código Preço teórico Upside* Peso ajustado
Vale VALE5 Em Revisão - 13,0%
Cremer CREM3 R$ 17,00 21,42% 11,1%
Bradesco BBDC4 R$ 38,00 7,64% 11,3%
OdontoPrev ODPV3 Em revisão - 10,0%
Randon RAPT4 R$ 16,50 21,77% 8,2%
Cemig CMIG4 R$ 40,00 45,45% 11,2%
TAM TAMM4 R$ 28,10 10,84% 8,3%
Dufry DUFB11 R$ 36,00 12,50% 8,7%
Petrobras PETR4 Em revisão - 11,1%
Brasil Foods PRGA3 R$ 59,60 38,34% 7,1%

*Potencial de valorização em 12 meses, com base no fechamento de 3 de novembro

Vale

Apesar da expectativa de diminuição da demanda por minério de ferro, a confortável posição financeira vivida pela Vale ainda faz com que os papéis da mineradora sejam um case de investimento bastante atrativo, segundo a Socopa.

Cremer

De acordo com a corretora, "o mercado altamente fragmentado através da comercialização de produtos e distribuição de produtos de terceiros em todo o território nacional", somado a fatores como o envelhecimento da população brasileira e o aumento dos gastos per capita com saúde, além de uma maior penetração dos planos de saúde, são elementos que impulsionam o crescimento destes papéis.

Bradesco

Com a retirada do Itaú Unibanco do portfólio, o Bradesco é o único representante do setor bancário. Na visão da Socopa, o segmento financeiro está atrasado em relação ao mercado, embora apresente fortes fundamentos. Ademais, a expectativa é de que nos próximos meses o setor reverta as recentes provisões tomadas para enfrentar o aumento da inadimplência, trazendo impactos positivos nos resultados.

OdontoPrev

A instituição acredita que a OdontoPrev está bem posicionada no mercado, visto que "lidera o processo de consolidação em um mercado que apresenta baixa penetração". As aquisições que a empresa tem feito também possibilitarão ganhos de sinergia e diluição de custos fixos no longo prazo.

Randon

A corretora avalia a Randon como agente de longo prazo e mantém a recomendação de compra dos papéis, levando em consideração a expectativa de fortalecimento com a melhora das condições econômicas, principalmente a partir de 2010.

Cemig

Os analistas continuam acreditando que através de seu plano diretor e de gestão competente, a companhia deve manter os bons níveis de governança. Além disso, as previsões são de que as últimas aquisições anunciadas pela Cemig gerem um fluxo de caixa consistente, remunerando tanto seus acionistas quanto seus credores.

TAM

Líder do setor aéreo brasileiro, com participação de 43,2% nos voos domésticos e 88,3% nos internacionais, a companhia ainda possui acordos de code-share com empresas estrangeiras, o que possibilita oferecer um grande número de destinos internacionais aos passageiros.

Dufry

Segundo a Socopa, a Dufry se destaca no mercado por vender produtos que vão desde artigos de luxo até o segmento de bebidas, a um preço muito competitivo quando comparados com o de lojas de varejo convencionais.

Petrobras

Os analistas da corretora acreditam na divulgação de novas descobertas no médio prazo. No quesito operacional, ainda destacam o bom desempenho da produção de petróleo em 2008 e as metas de produção para os próximos 10 anos.

Brasil Foods

Por fim, a Socopa considera que, além de ser uma das melhores empresas do setor de consumo do Brasil e a melhor do setor de alimentos, a Brasil Foods está bem posicionada no mercado devido ao seu mix de produtos. O aumento gradativo da demanda internacional por proteínas é apontado como um dos drivers dos papéis no médio prazo.

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