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01/12/2009 - 16h02

Economia informal cresce 1% no primeiro semestre, revela FGV e Etco

SÃO PAULO - A economia subterrânea - produção de bens e serviços não reportada ao governo - apresentou um crescimento de 1% em seis meses, entre dezembro do ano passado e junho deste ano, como proporção do PIB (Produto Interno Bruto).

De acordo com os dados, com a crise, a arrecadação de tributos caiu de forma substancial, reduzindo o estímulo de crescimento da economia subterrânea, que também foi barrada pela queda da atividade econômica.

Os dados fazem parte de pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas) e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial) divulgada nesta terça-feira (1).

Resultados

Porém, entre junho de 2008 e de 2009, a produção não reportada ao governo teve alta de 21,5%, com avanço de 22,6% sobre proporção do PIB.

O que tende a favorecer a economia subterrânea, de acordo com o estudo, é a redução do crescimento mundial, que reduz as exportações brasileiras, e a elevação da corrupção percebida.

A economia subterrânea abrange a evasão de impostos, de contribuições para a seguridade social, do cumprimento de leis e regulamentações trabalhistas. Além disso, diz respeito à produção de bens e serviços não reportada ao governo deliberadamente, para evitar custos decorrentes do cumprimento de normas aplicáveis na atividade.

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