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14/01/2010 - 15h32

Em novembro, imóveis mais alugados na cidade de SP foram os de R$ 201 a R$ 400

SÃO PAULO - O número de imóveis alugados na capital paulista em novembro do ano passado foi 22,67% menor que o registrado no anterior, revelou pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) divulgada nesta quinta-feira (14).

Os imóveis com aluguel de R$ 201 a R$ 400 foram os mais alugados pelos moradores da cidade de São Paulo no penúltimo mês do ano, com 26,74% dos contratos. As unidades com valores de R$ 401 a R$ 600 vieram logo em seguida, com 22,62% dos contratos.

Segundo o levantamento, realizado com 399 imobiliárias, foram alugados mais casas (55,68%) do que apartamentos (46,78%).

Valores

Os imóveis de até R$ 200 foram os que registraram menor percentual de locação no período, de 0,26% do total, conforme tabela a seguir:

Valor do aluguel Percentual de contratos
até R$ 200 0,26%
de R$ 201 a R$ 400 26,74%
de R$ 401 a R$ 600 22,62%
de R$ 601 a R$ 800 14,91%
de R$ 801 a R$ 1.000 15,68%
de R$ 1.001 a R$ 1.200 4,11%
de R$ 1.201 a R$ 1.400 3,08%
de R$ 1.401 a R$ 1.600 3,86%
de R$ 1.601 a R$ 1.800 2,31%
de R$ 1.801 a R$ 2.000 4,11%
acima de R$ 2.000 2,31%
Fonte: Creci-SP





Descontos e inadimplência

Ainda segundo a pesquisa realizada pelo Creci-SP, em novembro, os descontos concedidos pelos proprietários sobre os valores inicialmente pedidos pelo aluguel de seus imóveis variaram de 5% na Zona C (Aeroporto, Água Branca, Bosque da Saúde) a 9,09% na Zona E (Brasilândia, Campo Limpo, Cangaíba).

Na Zona D (bairros como Água Rasa, Americanópolis e Aricanduva), o desconto no mês retrasado ficou em 6,66%. Não havia dados disponíveis das zonas A e B.

Quanto à inadimplência dos inquilinos, o índice foi 13,44% menor em novembro, na comparação com outubro. Enquanto no décimo mês do ano passado 6,10%% dos inquilinos estavam com o aluguel atrasado, no penúltimo mês esse percentual caiu para 5,28%.

Entre as garantias de aluguel, a maior parte (46,79%) optou pelo fiador, enquanto 19,54% usaram seguro-fiança e 33,68%, o depósito.

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