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25/01/2010 - 10h03

China: Banco Mundial elogia medidas antiinflacionárias e prevê crescimento de 9%

SÃO PAULO - Ardo Hansson, economista chefe do Banco Mundial, elogiou nesta segunda-feira (25) as medidas antiinflacionárias adotadas pelo governo chinês para frear a oferta de crédito, alavancada no ano passado para mitigar os impactos da crise econômica mundial.

De acordo com o economista, a tática de elevar o juro dos títulos de longo prazo, referência para operações interbancárias, “é a melhor maneira de começar”, uma vez que reduz a margem para empréstimos e eleva a probabilidade de evitar bolhas sistêmicas e o avanço da inflação, principais temores do mercado.

Além disso, o governo chinês elevou a taxa de compulsório reservada às instituições, para que os bancos detenham mais reservas em caso de novas baixas contábeis e, principalmente, frear a concessão de crédito ao público.

Apesar de todas as medidas contracionistas, ao contrário do proposto ano passado, o Banco Mundial prevê que o PIB (Produto Interno Bruto) da potência emergente cresça 9% em 2010, após avanço de 8,7% em 2009.

Outras projeções

Zhang Liqun, economista chinês do Development Research Centre, órgão de consultoria subsidiado pela China, projeta crescimento de 9,5% para o país em 2010, em linha com as projeções dos analistas de mercado.

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