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09/02/2010 - 08h54

IPC-S Capitais: índice acelera em cinco capitais; Recife e Rio foram as exceções

SÃO PAULO - Na primeira semana de fevereiro, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) registrou aceleração em cinco das sete capitais pesquisadas.

Na capital gaúcha, a taxa saiu de 0,76% na semana encerrada em 31 de janeiro para 0,93% na semana seguinte – uma diferença de 0,17 ponto percentual. No mesmo período, o índice em São Paulo teve alta de 0,12 ponto percentual, saindo de 1,75% para 1,87%, registrando o maior índice da semana.

As cidades de Recife e Rio de Janeiro foram as exceções, com os índices passando de 1,12% para 0,69% e 0,91% para 0,84%, respectivamente, entre uma semana e outra.

Cada capital

Na tabela abaixo, é possível conferir os índices de cada capital nas semanas encerradas em 31 de janeiro e 07 de fevereiro:

Cidade Variação em 31/01/2010 (%) Variação em 07/02/2010 (%)
Belo Horizonte 1,01 1,16
Brasília 0,73 0,82
Porto Alegre 0,76 0,93
Recife 1,12 0,69
Rio de Janeiro 0,91 0,84
Salvador 1,07 1,09
São Paulo 1,75 1,87
São Paulo

Considerando o resultado de São Paulo, o item frutas (de 5,73% para 8,88%) foi o que mais contribuiu para a alta do índice, ao passo que o item cursos formais (de 5,34% para 3,91%) apresentou a maior desaceleração na primeira semana de fevereiro.

Outros itens que contribuíram para o aumento do índice foram: artigos de higiene e cuidados pessoais (de 0,42% para 0,63%), transporte escolar (de 2,10% para 4,66%) e alimento para animais domésticos (de 0,24% para 0,68%).

Considerando os grupos, Transportes exerceu a maior influência positiva no período, saindo de 6,54% para 6,61%. Outros grupos também registraram aceleração, como Alimentação (de 1,83% para 2,25%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,27% para 0,38%) e Despesas Diversas (de 0,46% para 0,47%).

Já os grupos Educação, Leitura e Recreação (2,94% para 2,05%), Vestuário (0,52% para 0,43%) e Habitação (de 0,12% para 0,08%) desaceleraram no período.

Rio de Janeiro

Na capital fluminense, as maiores influências para a desaceleração do índice foram dos grupos Despesas Diversas, que passou de 1,87% para 0,60% no período analisado, e Alimentação, que foi de 1,59% para 1,25%.

Também registraram desacelerações os grupos Vestuário (de -0,29% para -0,34%) e Educação, Leitura e Recreação (de 3,01% para 2,89%).

Já os grupos Habitação (de 0,47% para 0,49%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,18% para 0,22%) apresentaram alta.

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