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18/02/2010 - 14h51

AES Tietê segue como a mais votada dentre as carteiras de dividendos de fevereiro

SÃO PAULO – O setor de energia segue dominando as carteiras recomendadas de dividendos para o segundo mês deste ano, e nele, a ação favorita entre os analistas é mais uma vez a da AES Tietê (GETI4). A InfoMoney coletou os portfólios da Coinvalores, Omar Camargo, SLW e Senso.

Os ativos da AES Tietê receberam três recomendações: da Omar Camargo, Senso e Coinvalores. Outras quatro empresas disputam o segundo lugar, cada uma com duas recomendações. Três pertencem ao setor de energia, com a exceção ficando para a Souza Cruz.

AES Tietê novamente na frente

Dado a relativa estabilidade de seus resultados trimestrais, o setor elétrico é reconhecidamente tido pelos analistas como um dos mais defensivos na bolsa. Para a equipe da Brascan Corretora, no entanto, a AES Tietê é “um ativo defensivo até mesmo dentro de seu setor”.

A visão da Brascan deve-se ao contrato que a companhia possui com a AES Eletropaulo, por meio do qual possui sua energia assegurada até 2015, baseada em um alto patamar tarifário de R$ 152,00 por megawatt/hora, acima da média do setor.

A boa política de distribuição de lucros da AES Tietê aos seus acionistas, por sua vez, é destacada pelos analistas da TOV. Mas a equipe do Citi pede cautela: “aumentos na taxa Selic podem impactar o desempenho dos papéis esse ano”.

A disputa pelo segundo lugar

Disputando o segundo lugar entre as preferidas dos analistas em suas carteiras de dividendos, com duas recomendações cada, estão a Coelce (COCE5), Eletropaulo (ELPL6), Transmissão Paulista (TRPL4) e Souza Cruz (CRUZ3).

Na visão da Ativa, os papéis da Coelce “são boa opção de investimento defensivo, com ênfase à qualidade dos dividendos e o baixo nível de risco, tanto operacional quanto regulatório”. Por sua vez, a TOV elogia a forte geração de caixa da Eletropaulo e a atratividade dos papéis.

Já a Transmissão Paulista é apontada pela SLW pelas perspectivas de ganhos de rentabilidade por conta de novos investimentos no horizonte. Por fim, o papel da Souza Cruz é eleito pela equipe do BofA Merrill Lynch como “o mais injustamente penalizado nos últimos anos no mercado brasileiro”.

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