UOL Notícias Economia

BOLSAS

CÂMBIO

 

08/03/2010 - 11h53

Cesta básica de São Paulo sobe 2% em fevereiro e passa a custar R$ 229,64

SÃO PAULO - O preço da cesta básica de São Paulo subiu 2,05% em fevereiro, na comparação com janeiro, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP em convênio com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), divulgada nesta segunda-feira (8).

No segundo mês do ano, os paulistanos pagaram R$ 229,64 para comprar os produtos essenciais, sendo que, em janeiro, esse valor era de R$ 225,02.

Na comparação com fevereiro do ano passado, no entanto, o valor da cesta registrou recuo de 3,24%. O valor da cesta paulistana atingido no mês passado fez com que a cidade ficasse em segundo lugar no ranking das 17 capitais do País analisadas pelo Dieese. 

Quedas e altas

Dos 13 produtos analisados, sete registraram aumento de preço em fevereiro, na capital paulista, frente a janeiro: tomate (17,03%), açúcar refinado (10,20%), arroz agulhinha tipo 1 (4,95%), manteiga (2,03%) leite in natura integral (1,50%), carne bovina de primeira (0,48%) e café em pó (0,32%). Para a banana nanica e o pão francês, os preços permaneceram estáveis.

Os itens que ficaram mais baratos foram: óleo de soja  (-2,52%), batata (-2,42%), feijão carioquinha (-2,17%) e farinha de trigo (-0,38%).



Comprometimento da renda

O custo médio da cesta básica tomou 48,94% do salário mínimo líquido do trabalhador da cidade de São Paulo, já deduzida a quantia recolhida à Previdência Social. Em janeiro, o comprometimento era de
47,96% e, em fevereiro de 2009, 55,48%. 

De acordo com o Dieese, o paulistano remunerado pelo salário mínimo teve de cumprir uma jornada de 99 horas e 04 minutos para adquirir todos os produtos essenciais, jornada maior que a verificada em janeiro deste ano, quando o trabalhador precisou trabalhar 97 horas e 04 minutos.

Compartilhe:

    Hospedagem: UOL Host