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08/04/2010 - 11h34

Notebooks ainda estão atrelados a consumidores de alta renda, diz pesquisa

SÃO PAULO – Entre 2008 e 2009, os notebooks cresceram cerca de 70%, passando de 3% para 5% de penetração nas residências. O número faz parte da TIC Domicílios 2009, estudo feito pelo NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), que identificou o desenvolvimento do acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação no País.

Apesar de expressivo, o crescimento observado entre 2007 e 2008 havia sido ainda maior, de 150%, quando passaram a estar presentes não apenas em 1%, mas em 3% das casas.

Os laptops menores, conhecidos como netbooks, foram os produtos que mais contribuíram para o crescimento na adoção de computadores portáteis nos lares brasileiros. Porém, mesmo sendo mais baratos que os notebooks comuns - por terem, geralmente, menor capacidade de armazenamento e processamento -, os ultraportáteis ainda se enquadram nos domicílios de classes mais altas, com renda familiar mais elevada, aponta a pesquisa.

Sul e alta renda

No quesito penetração, a região Sul se destaca: lá, 9% dos lares possuem um computador portátil. Entre os consumidores de renda superior a dez salários mínimos, 38% disseram possuir o equipamento, aponta a pesquisa.

“Além dos crescimento individual dos computadores de mesa e dos portáteis, 3% da população possui ambos os tipos de computador, o que indica que algumas famílias sentiram necessidade de ter mais um equipamento, por observarem benefícios diferentes entre eles, ou devido à sua individualização”, revela o estudo.

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