UOL Notícias Economia

BOLSAS

CÂMBIO

 

27/04/2010 - 10h19

Planos de saúde de autogestão querem regras diferentes para o setor

SÃO PAULO – Os planos de saúde de autogestão querem regras diferenciadas para o setor. Isso porque, segundo publicado pela Agência Brasil, apesar de não terem fins lucrativos, as instituições de autogestão têm que seguir as mesmas regras das grandes operadoras de saúde.

Dessa forma, os dirigentes de tais planos, caracterizados por serem administrados pelas próprias empresas para seus funcionários, acreditam que o equilíbrio entre as despesas e as receitas na autogestão acabam prejudicados.

“A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) tem tratado a autogestão tal qual uma empresa de mercado, inclusive na parte da tributação”, diz o diretor de comunicação da Unidas (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde), Orency da Silva.

Autogestão

A presidente da entidade, Iolanda Ramos, concorda e acrescenta: “a ANS impõe tanta coisa que para uma grande operadora pode ser mais fácil para entender, mas para uma menor não. São as mesmas regras para um grande plano de mercado e para um plano de autogestão que tem 200 beneficiários no interior do Nordeste”.

Segundo a Unidas, cerca de 5 milhões de pessoas são atendidas por planos administrados pelas empresas empregadoras em todo o País. Entre as companhias que administram seus próprios planos estão Petrobras, Vale, Volkswagen e várias instituições bancárias.

Em um encontro realizado em Brasília, dirigentes vão elaborar um documento propondo mudanças a ser enviado à ANS.

Compartilhe:

    Hospedagem: UOL Host