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07/05/2010 - 10h31

Sudeste ainda é a região mais cara para construir: R$ 769,56 por metro quadrado

SÃO PAULO - Moradores da região Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta sexta-feira (7), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 769,56, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 730,66 no quarto mês do ano. 

Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 740,91; Sul, com metro quadrado a R$ 709,65; e Centro-Oeste, com R$ 700,80. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 690,84.

Altas

A região Centro-Oeste, apesar de deter o segundo menor custo, foi a que apresentou maior alta em relação a março. No mês passado, os moradores da região gastaram com a construção 1,15% a mais do que no mês anterior. Os moradores da região Norte também sentiram a alta dos custos que, em abril, variaram 0,45%.

Já os residentes da região Nordeste, além de pagarem menos pela construção, ainda obtiveram a menor taxa mensal (0,20%). O Sul (0,37%) e o Sudeste (0,30%) vieram em seguida. A média nacional foi de 0,37%.

Por estado

Ao analisar os dados por estado, o Mato Grosso do Sul registrou a maior variação mensal, de 3,95%, devido aos reajustes salariais.

Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Paraná, onde os custos registraram alta de 0,04%, Pernambuco (0,06%) e Roraima (0,08%).

No acumulado de doze meses, Rondônia foi destaque, visto que registrou a maior alta, de 16,74%, nos custos do metro quadrado de construção, seguido pelo Mato Grosso do Sul (10,82%) e Maranhão (9,55%).

No mês passado, o estado com o metro quadrado mais caro foi o Rio de Janeiro. Para se construir lá foi preciso desembolsar R$ 645,72. No mesmo mês, o valor médio no Espírito Santo foi o menor: R$ 644,59.

Índice

O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço dos materiais, que ficaram 0,45% mais caros em abril, e da mão-de-obra que, por sua vez, apresentou variação de 0,27% no período analisado.

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