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25/05/2010 - 13h08

Preço de alimentos desacelera e contribui para recuo do IPC-S no RJ e em SP

SÃO PAULO – Na terceira semana de maio, os consumidores das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo viram o preço dos alimentos continuar subindo, porém, em ritmo menor do que o apurado uma semana antes.

De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (25) pela FGV (Fundação Getulio Vargas), na semana que se encerrou em 22 de maio, o grupo Alimentação desacelerou 1,08 ponto percentual na capital carioca, passando de 1,58% para 0,50%. Em São Paulo, a variação foi de 0,52 ponto percentual, de 1,15% para 0,63% no período.

No Rio de Janeiro, as maiores influências negativas do grupo vieram do tomate (-13,60% para -30,84%), da corvina (-10,55% para -10,79%), do pimentão (-16,68% para – 21,87%) e do peixe namorado (-13,76% para -15,36%).

Já em São Paulo, vale destacar a desaceleração nos preços do arroz e feijão (11,46% para 7,57%) e as influências negativas do tomate (-22,50% para -30%) e da melancia (-10,45% para – 9,38%).

Nas duas cidades, a desaceleração nos preços dos alimentos contribuiu para diminuir o ritmo de alta do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), que, em São Paulo, ficou em 0,32%, frente a 0,47% apurado na semana anterior, e no Rio ficou em 0,72%, em relação ao 0,88% apurado na segunda semana do mês.

Rio de Janeiro

Além do grupo Alimentação, na capital carioca, também contribui para o resultado geral a variação do grupo Educação, Leitura e Recreação, cuja taxa passou de 0,61% para 0,53%.

Já os grupos Habitação (0,78% para 1,12%), Vestuário (0,42% para 0,67%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,70% para 0,82%), Transportes (-0,08% para 0,01%) e Despesas Diversas (1,23% para 1,30%) aceleraram no período estudado.

São Paulo

Em São Paulo, os grupos Transportes (-0,17% para -0,30%), Educação, Leitura e Recreação (0,07% para 0,01%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,64% para 0,62%) também contribuíram para a desaceleração do IPC-S na cidade.

Já os grupos Vestuário (0,54% para 0,76%), Habitação (0,14% para 0,23%) e Despesas diversas (0,01% para 0,09%) registraram avanços em suas taxas.

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