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11/06/2010 - 10h40

Copa do Mundo: Société Générale sugere estratégia com ações do Brasil

SÃO PAULO - Há cinco dias da estréia do Brasil na Copa do Mundo, o Société Générale traça uma idéia de estratégia de Long/Short com base no torneio, sugerindo uma posição comprada no mercado Sul Africano e vendida nos mercados de Brasil e Argentina.

Para Claudia Panseri e Charlotte Lize, analistas que assinam o relatório do banco, destacam que, historicamente, os países sedes do campeonato registram um impacto positivo em seu PIB (Produto Interno Bruto), e, subsequentemente, em suas ações.

Brasil deve avança...

“Baseadas na relação entre nossos dois modelos, nós lançamos duas estratégias consistindo em uma posição comprada na África do Sul e um posicionamento de curto prazo na [BM&F] Bovespa”, recomendam as analistas, revelando a previsão de que a seleção de Dunga possui “alta probabilidade de atingir as semi-finais”.

...os argentinos também

Porém, o segundo modelo é um tanto quanto amargo: “alternativamente, [recomendamos] uma posição comprada na África do Sul e vendida na Argentina”, assinalam Panseri e Lize, também projetando sucesso da seleção de Maradona. 

O retorno da estratégia de ganhos relativos desde oito de fevereiro deste ano foi de 3,4% para os índices de referência das bolsas de África do Sul e Brasil, e de 2,4% para a estratégia com o da Argentina. Segundo os analistas, elas ainda possuem upside (potencial teórico de retorno) de 3,4 e 4,6, respectivamente.

Setores favorecidos pelo torneio

Além disso, as analistas vão mais a fundo, e avaliam, dentro do cenário do mercado de ações, quais os setores que deverão sobressair-se no decorrer da Copa: o setor de consumo não cíclico.

“Não é de surpreender que os setores não cíclicos relacionadas ao consumo (Alimentos, Bebidas e Alimentos varejistas) surgem como melhor posicionadas para se beneficiar do evento”, argumentam.

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