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16/06/2010 - 11h52

Mulheres comprariam mais bens virtuais, se fossem mais baratos, diz pesquisa

SÃO PAULO –  O preço é impeditivo para a maioria das mulheres usuárias de internet comprarem mais bens virtuais. Segundo pesquisa da Sophia Mind, 86% das mulheres comprariam mais bens virtuais se os preços fossem mais baixos.

Enquanto isso, apenas 8% afirmam que não comprariam mais bens virtuais mesmo que eles fossem mais baratos.

Bem virtual é um objeto não-físico comprado para uso em comunidades virtuais (redes sociais), jogos on-line ou smartphones. A pesquisa foi realizada com 1.543 mulheres brasileiras em março deste ano e procurou medir o consumo desses bens virtuais e identificar as características do consumo.

“O custo dos bens virtuais é uma questão fundamental para alavancar o consumo”, aponta o relatório.

Porque não comprar?

Quanto à frase “Compraria mais bens virtuais, se recebesse um cupom de desconto para a compra de um produto real", 28% concordam totalmente com ela e 44% concordam parcialmente.

Já para as usuárias que nunca compraram bens virtuais, dois motivos se destacam: falta de interesse (35%) e preocupação com a segurança on-line (32%). Em seguida, estão as que não sabem o que é um bem virtual (18%) ou não participam de redes sociais ou jogos com essas características (12%). Outras 11% disseram que não pagam por bens virtuais e 8% disseram que não compram porque é muito caro.

“O mercado de bens virtuais vem apresentando crescimento expressivo nos últimos dois anos. A alta penetração das redes sociais e o aumento do uso dos smartphones fazem do mercado de bens virtuais uma área muito promissora para 2010”, afirma a empresa. “No entanto, há vários desafios para as vendas virtuais. Um dos principais é o sentimento de falta de segurança. Outro ponto é que o Facebook, principal plataforma de social games, não é tão utilizado no Brasil, onde a principal rede é o Orkut”, finaliza o relatório.

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