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25/06/2010 - 13h26 / Atualizada 25/06/2010 - 15h01

Famílias direcionam menos recursos para a formação de patrimônio

SÃO PAULO – As famílias brasileiras estão direcionando menos recursos para a formação de patrimônio. Em 34 anos, o percentual gasto com o aumento dos ativos caiu a menos da metade.

Os dados fazem parte da POF (Pesquisa de Orçamento Familiar) e do Endef (Estudo Nacional da Despesa Familiar), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em 1974/1975, as famílias brasileiras destinavam 16,5% de sua despesa total média mensal para aumento de ativos ou formação de patrimônio, percentual que passou a 5,8% em 2008/2009.

Despesas do dia a dia

A formação de patrimônio tornou-se mais difícil no período, tendo em vista que as famílias precisaram de um esforço maior para pagar as despesas do dia a dia.

Em 1974/1975, quase 80% das despesas das famílias eram correntes, enquanto que, no período de 2008/2009, essa proporção subiu para 92,1%. O aumento foi provocado tanto pelo consumo quanto pelas despesas correntes.

Em relação ao consumo, ele respondia por 74,6% das despesas das famílias em 1974/1975, mas passou a 81,3%, enquanto que as despesas correntes passaram de 5,3% para 10,9% no período.

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