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10/08/2010 - 08h49

IPC-S aumenta em três das capitais pesquisadas; Porto Alegre teve a maior alta

SÃO PAULO - Na primeira semana de agosto, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) registrou acréscimo em três das sete capitais pesquisadas pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
Em Porto Alegre, a taxa saiu de -0,06% na semana encerrada em 31de julho para 0,06% na semana seguinte, uma diferença de 0,12 ponto percentual, o que fez com que a cidade registrasse o maior avanço no período analisado.
Já Recife manteve o índice negativo, aumentando o ritmo de queda entre a última semana de julho e a primeira semana de agosto, saindo de -0,22% para -0,42%.
Cada capital

Na tabela abaixo, é possível conferir os índices de cada capital nas semanas encerradas em 31 de julho e 07 de agosto:










Cidade Variação em 31/07/2010 (%) Variação em 07/08/2010 (%)
Belo Horizonte -0,43 -0,43
Brasília 0,02 -0,08
Porto Alegre -0,06 0,06
Recife -0,22 -0,42
Rio de Janeiro -0,46 -0,36
Salvador -0,02 -0,09
São Paulo -0,08 -0,03

São Paulo

Considerando o resultado de São Paulo, os itens artigos de higiene pessoal (de 0,94% para 1,32%), tarifa de passagem aérea (de -6,57% para 5,69%), álcool combustível (de 3,89% para 6,52%) e aluguel residencial (de 0,35% para 0,49%) foram os que mais contribuíram para o resultado, ao passo que o item cigarros (de 2,79% para 2,12%) foi uma das principais quedas do período.
Considerando os grupos, Saúde e Cuidados Pessoais (0,40% para 0,74%), Educação, Leitura e Recreação (-0,37% para -0,10%), Transportes (0,22% para 0,41%) e Habitação (0,36% para 0,48%) exerceram as maiores influências positivas para o resultado obtido.
Os grupos Despesas Diversas (1,14% para 0,85%), Vestuário (-0,73% para -0,92%) e Alimentação (-0,83% para -0,99%), por outro lado, registraram movimento contrário no período.
Rio de Janeiro

Na capital fluminense, as principais influências para o resultado da semana foram dos grupos Alimentação (-2% para -1,78%), Habitação (0,07% para 0,09%), Educação, Leitura e Recreação (0,02% para 0,19%), Transportes (0,01% para 0,02%) e Despesas Diversas (1,11% para 1,64%).
Em contrapartida, os grupos Vestuário e Saúde e Cuidados Pessoais exerceram influência contrária no período analisado, passando de -1,14% para -1,28% e de 0,45% para 0,36%, respectivamente.

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