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24/08/2010 - 10h03

Juizados nos aeroportos completam um mês com mais de 2,7 mil atendimentos

SÃO PAULO – Os juizados especiais dos aeroportos, que completaram um mês de funcionamento na segunda-feira (23), realizaram 2.740 atendimentos durante o período.

Criadas para solucionar problemas entre passageiros e companhias aéreas, as unidades judiciais efetuaram, ao todo, 476 acordos de conciliação firmados e 1.277 pedidos de informação, conforme informações da Agência Brasil.

Os juizados nos aeroportos de Cumbica e Congonhas, em São Paulo, somaram 920 reclamações e 188 acordos firmados entre os envolvidos. Já no aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, foram 774 atendimentos, com 187 acordos e 172 pedidos de informação, 

De acordo com o levantamento do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), os aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim, no Rio de Janeiro, foram os que mais receberam passageiros em seus postos de atendimento. Até o dia 22, haviam sido feitos 1.046 atendimentos, com 101 acordos fechados, 416 petições iniciais distribuídas e 529 pedidos de informação.

A criação das unidades judiciárias é fruto do avanço das reclamações em relação ao serviço de transporte aéreo. Nos juizados especiais, os passageiros procuram soluções para problemas, como atrasos e cancelamentos de voos, overbooking, extravio, violação e furto de bagagens ou falta de informações.

Aeroportos

Enquanto os juizados especiais estão à disposição dos passageiros, os postos de atendimento do Galeão (RJ), de Fortaleza, Salvador, Recife, Curitiba, Porto Alegre e Congonhas (SP) pararam de operar desde o início do mês de agosto.

De acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), esses centros foram desativados em virtude da baixa demanda de passageiros. No primeiro semestre desse ano, em dez postos de atendimento presencial nos aeroportos, foram recebidas 7,1 mil manifestações. Segundo a agência, foi feita ampliação dos serviços para internet e por telefone.

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