! Bolsa portuguesa tem maior queda desde setembro de 2007 - 09/01/2008 - Lusa - Economia
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09/01/2008 - 16h42

Bolsa portuguesa tem maior queda desde setembro de 2007

Lisboa, 9 jan (Lusa) - A Bolsa portuguesa fechou nesta quarta-feira com recuo de 1,76%, para 12.414,36 pontos, a maior queda entre as praças européias.

Dos 20 títulos que integram o PSI 20, principal índice da Euronext Lisboa, 16 caíram e quatro tiveram alta, numa sessão de elevada liquidez.

Durante o pregão, foram negociadas 88,2 milhões de ações, correspondentes a um volume de negócios de 376,1 milhões de euros (R$ 970,9 milhões).

A Europa terminou o dia no vermelho, pressionada por empresas de tecnologia, fabricantes de matérias-primas e setor financeira, além de receios de que os Estados Unidos possam entrar em recessão.

Sessão

Em Lisboa, a maioria dos títulos encerrou em queda, arrastando o PSI 20 para o maior recuo diário desde o final de setembro de 2007.

O grupo Impresa (que detém o canal de TV SIC) liderou os ganhos com uma alta de 3,89%, para 1,87 euros. A Portugal Telecom avançou 0,97%, para 9,36 euros, acompanhando a tendência positiva de congêneres européias.

A PT Multimédia perdeu 0,11%, para 9,05 euros. A operadora de rodovias Brisa (acionista da concessionária brasileira CCR) caiu 0,1%, para 10,06 euros.

No setor bancário, o BCP (maior banco luso privado) recuou 0,36%, para 2,74 euros, o BES (ligado ao Bradesco) deslizou 2,47%, para 14,22 euros, e o BPI (que tem o Itaú como acionista) perdeu 1,43%, para 4,84 euros.

O grupo Sonae teve fortes quedas, com a empresa-mãe caindo 7,14%, para 1,43 euros, a Sonae Indústria desvalorizando 6,21% e a Sonaecom recuando 1,61% para 3,05 euros.

A Sonae SGPS liderou as desvalorizações no PSI 20 e foi o título mais negociado com 27,7 milhões de ações trocadas. A construtora Mota-Engil recuou 4,69%, para 4,67 euros.

A Galp Energia (parceira da Petrobras) acompanhou a tendência do exterior e encerrou em queda de 3,88%, para 15,35 euros, e a EDP (controladora da Energias do Brasil) perdeu 2,81%, para 4,5 euros. A REN fechou em alta de 0,88% para 3,45 euros.

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