! Clima econômico em Portugal inverte tendência de queda - 28/05/2009 - Lusa - Economia
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28/05/2009 - 09h46

Clima econômico em Portugal inverte tendência de queda

Lisboa, 28 mai (Lusa) - O indicador de clima econômico em Portugal aumentou em maio, interrompendo o acentuado movimento descendente verificado desde o mesmo mês de 2008, uma tendência positiva igualmente seguida na confiança dos consumidores, anunciou nesta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE) luso.

Segundo os Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores divulgados pelo Instituto INE, o clima econômico inverteu a tendência de queda, depois de, em abril, ter atingido o valor mínimo da série iniciada em 1989.

Em maio, aquele indicador apresentou "um andamento positivo em todos os setores", realça o INE.

Quanto à confiança dos consumidores, aumentou nos últimos dois meses, "embora de forma mais expressiva em maio", interrompendo a tendência de descida verificada desde final de 2006 e depois de, em março, ter apresentado o mínimo histórico da série iniciada em junho de 1986, cita o instituto.

A recuperação da confiança dos consumidores teve uma contribuição positiva de todas as componentes, mas o INE salienta as perspectivas sobre a evolução da situação econômica do país e sobre a evolução do desemprego.

O indicador de confiança da indústria transformadora retomou o movimento ascendente registrado em março, determinado pela recuperação das perspectivas de produção e das apreciações sobre a procura global.

A evolução do indicador na construção e obras públicas contrariou a tendência acentuada de descida iniciada em junho de 2008, resultou da contribuição das opiniões sobre a carteira de encomendas, mas mais sobre as perspectivas de emprego.

No comércio, o indicador aumentou nos últimos dois meses, interrompendo a trajetória descendente verificada desde abril de 2008, com um mínimo histórico da série, sendo a subida determinada pela recuperação mais intensa no varejo.

O indicador de confiança dos serviços recuperou-se "significativamente", contrariando a acentuada redução apresentada desde junho de 2008 e depois de em abril ter tido o mínimo histórico da série.

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