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10/06/2010 - 18h19

PERU LNG inaugura a primeira usina de liquefação de gás natural (GNL) na América do Sul

Peru se torna um parceiro líder no setor de energia regional.

A inicialização da usina de Melchorita também incorpora autorização de um oleoduto de 408 km e de um terminal marítimo.

MELCHORITA, Peru, 10 de junho /PRNewswire/ -- No dia 10 de junho, foi oficialmente inaugurada a primeira usina de liquefação de gás natural da América do Sul. A um investimento de US$3,8 bilhões, a PERU LNG representa o maior investimento em um único projeto já realizado no Peru.

(Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20100610/DA19134 )
(Foto: http://www.newscom.com/cgi-bin/prnh/20100610/DA19134 )
O presidente Alan Garcia Perez, diversas autoridades governamentais, líderes políticos, empresariais e de opinião, além de muitos peruanos que trabalham na usina, estiveram presentes na inauguração oficial da usina de Melchorita, localizada no 170 da rodovia South Pan American Highway.

O início das operações na usina de Melchorita lança o Peru em uma nova era, uma era em que o alto nível de confiança do investidor e a estabilidade legal e econômica agem como um imã para mega projetos de investimento. A inicialização da PERU LNG representa a oportunidade para continuar a atual tendência de crescimento econômico e reafirma a reputação do país como um destino em expansão e seguro para investimentos.

Como resultado deste projeto, o produto interno bruto do Peru aumentou 2% durante a fase de construção (2006 a 2010) e foram gerados mais de 30.000 empregos. Em vista ao futuro, prevê-se que o Peru receberá cerca de US$310 milhões por ano em decorrência do projeto.

A usina de Melchorita produzirá gás natural liquefeito (GNL) por intermédio de um processo de purificação e resfriamento, que reduzirá o volume do gás em 600 vezes, facilitando o seu armazenamento e transporte. A usina tem uma capacidade nominal de 4,4 milhões de toneladas por ano e processará 620 MMcfd de gás natural.

Além disso, no local da usina há os dois maiores tanques de armazenamento do Peru (cada um armazena 130.000 m3 de GNL) e um terminal marítimo que se estende por mais de 1 km e receberá navios-tanques de 90.000 a 173.000 m3 cada.
A usina de Melchorita é o resultado de uma década de planejamento e desenvolvimento, que inclui a instalação de uma importante infraestrutura de oleoduto que também atenderá ao mercado peruano. Graças a um acordo firmado com a TGP e recentemente aprovado pelo Ministério das Minas e Energia, o oleoduto da PERU LNG fornecerá até 550 MMcfd de capacidade de transporte para o mercado peruano, que amenizará o tráfego do transporte de gás, levando mais gás  s companhias de geração de energia, indústrias, veículos movidos a gás natural e  s residências do Peru que utilizam o gás natural para fins de aquecimento.

O consórcio
Quatro empresas de energia de categoria internacional compõem o consórcio da PERU LNG: a Hunt Oil Company dos EUA, com 50% de participação nos interesses; a SK Energy da Coreia do Sul, com 20% de participação nos interesses; a Repsol da Espanha, também com 20% de participação nos interesses e a Marubeni Corporation do Japão, com 10% de participação nos interesses.

Este consórcio foi especificamente criado para desenvolver, construir e operar o projeto da PERU LNG. Diversas empreiteiras experientes na área da construção foram contratadas para tornar este projeto em realidade: a Chicago Bridge & Iron (CB&I) responsável pela engenharia, aquisição e construção (EPC, da sigla em inglês) da usina; o consórcio CDB (Saipem, Jan de Nul e Odebrecht) responsável pela engenharia, aquisição e construção (EPC) do terminal marítimo e a Techint, responsável pela instalação do oleoduto. Diversas empresas peruanas, como a Grana & Montero, Cosapi, Translei, Minera San Martin, Cosmos, Aceros Arequipa, Tecnicas Metalicas, Esmetal e Sima, entre outras, também contribuíram para o projeto
O proj eto recebeu financiamento de US$2,25 bilhões no total, o que inclui o financiamento de entidades internacionais de alta reputação, bem como o financiamento proveniente do mercado local peruano. O financiamento internacional é proveniente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), International Finance Corporation (IFC) do Banco Mundial, Export-Import Bank dos EUA, Export-Import Bank da Coreia, Agência Italiana de Crédito a Exportação (SACE), Societe Generale, BBVA, Credit Agricole-CIB, Sumitomo, ING, Mizuho e do Banco de Tokyo-Mitsubishi. Além disso, uma oferta bem-sucedida de obrigação no valor de US$200 milhões foi feita no mercado local para garantir mais capital. O Banco de Credito del Peru e o Scotiabank Peru forneceram uma instalação de capital de giro de US$75 milhões e as empresas parceiras fizeram uma contribuição de capital no valor de US$1,6 bilhão.

Responsabilidade social
Durante o período de construção (2006 a 2010), cerca de US$20 milhões foram investidos em programas sociais e ambientais. Os mais altos padrões nacionais e internacionais foram implementados para garantir um desempenho exemplar, demonstrando o compromisso do projeto perante o respeito pelo meio ambiente e pela cultura local em todas as atividades.
Mais de 20.000 famílias foram beneficiadas pela gama dos programas de responsabilidade social que foram implementados pela PERU LNG. Programas exemplares foram implementados como parte deste compromisso, como o Allin Minkay, que promove a concorrência agricultora e de rebanho nos Andes, e o ForPyme, que solidifica empresas de pequeno e médio portes na área da costa.

Além disso, extensos programas ambientais foram implementados ao longo de toda a área do oleoduto e próximo da usina. Esses programas de biodiversidade e conservação não apenas atendem, mas ultrapassam, os mais altos padrões ambientais nacionais e internacionais.

FONTE PERU LNG
10/06/2010
CONTATO: Jeanne Phillips, vice-presidente sênior de Assuntos Corporativos e Relações Internacionais, +1-469-231-3309, para a Hunt Consolidated, Inc.

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