
Ainda não está claro o que é diferente nos cérebros das pessoas com transtornos do espectro autista, mas evidências de estudos celulares e genéticos apontam para anormalidades em como as células cerebrais (neurônios) se conectam. Estudo do Children's Hospital Boston oferece, agora, evidências visuais que associam o autismo a estrutura desorganizada das conexões do cérebro, bem como defeitos na mielina, o revestimento de gordura, isolante que ajuda as fibras nervosas a conduzirem os sinais e que constitui a substância branca.
Pesquisadores liderados pelo Dr. Mustafa Sahin, PhD, do Departamento de Neurologia, Simon Warfield, PhD, diretor do Laboratório de Radiologia Computacional e o primeiro autor, Dr. Jurriaan Peters, dos dois departamentos do Children's, usaram imagem por ressonância magnética (IRM) avançada para processar imagens dos cérebros de 40 pacientes (bebês a 25 anos de idade) com complexo de esclerose tuberosa e 29 controles saudáveis, com idades combinadas. A esclerose tuberosa é uma doença genética rara, frequentemente associada com déficits cognitivos e comportamentais, inclusive transtornos do espectro autista cerca de 50% do tempo.
Para ver o release completo, acesse: http://www.prnewswire.com/news-releases/autism-may-involve-disordered-white-matter-in-the-brain-135030988.html
FONTE Children's Hospital Boston
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| IPC-Fipe | abr.12 | 0,47% |
| IGP-M | abr.12 | 0,85% |
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