
Graças ao maior poder de compra da classe C, o mercado de beleza e estética no Brasil nunca esteve tão aquecido. Dados do Euromonitor, instituto especializado em hábitos de consumo, indicam que os brasileiros já ocupam o segundo lugar no ranking global em compra de produtos para os cabelos.
O aumento da formalização de pequenos negócios também comprova a boa fase do setor. Segundo a coordenadora de Serviços do Sebrae, serviço de apoio à empresa, Andrezza Torres, entre 7% e 9% do total de empreendedores individuais – pessoa que trabalha por conta própria e se legaliza como pequeno empresário – espalhados pelo país são cabeleireiros.
Andrezza Torres e a gestora da área de beleza e estética do Sebrae-SP, Elderci Garcia, destacam cinco dicas para quem pretende entrar nesse setor ou busca melhorar a lucratividade de seu negócio. “O ponto zero é gostar de lidar com pessoas. Salões de beleza não são apenas prestadores de serviços. Eles proporcionam qualidade de vida aos clientes”, diz a gestora.
No Nordeste, os cabeleireiros são a maior categoria dentro do empreendedorismo individual, com 15% do total. “Em São Paulo, o percentual chega a 12%. Em toda a região Sudeste, os cabeleireiros já representam o segundo maior grupo de empreendedores individuais, perdendo apenas para os comerciantes”, afirma Andrezza Torres.
Apesar desse movimento de formalização, 60% das empresas do segmento ainda não têm registro e essa é uma das principais causas do fracasso. “O mercado responde à maior procura tornando-se muito mais competitivo. Por isso, sem capacitação técnica e administrativa o empreendedor, independentemente do porte, não conquista o sucesso.”
| IPCA | mar.13 | 0,47% |
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| IPC-Fipe | mar.13 | -0,17% |
| IGP-M | mar.13 | 0,21% |
| INPC | mar.13 | 0,60% |
| TR | 0,000% | 18.Mai.2013 |
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| CDI | 7,210% | 18.Mai.2013 |
| SELIC | 7,50% | 17.Abr.2013 |