! Wall St quebra sequência de 5 altas por petróleo - 11/09/2009 - Reuters - Economia
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11/09/2009 - 18h12

Wall St quebra sequência de 5 altas por petróleo

Por Angela Moon

NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores dos Estados Unidos interromperam nesta sexta-feira uma sequência de cinco pregões de ganhos, com a queda nos preços do petróleo pressionando o mercado acionário.

No entanto, os índices acumularam fortes ganhos na semana.

O Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, recuou 0,23 por cento nesta sessão, para 9.605 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq caiu 0,15 por cento, para 2.080 pontos. O Standard & Poor's 500 perdeu 0,14 por cento, para 1.042 pontos.

Números mostrando uma alta mais forte que a esperada na confiança do consumidor e uma boa perspectiva vinda da FedEx não foram suficientes para estimular compradores no mercado de ações, recentemente saturado com notícias positivas, disseram analistas.

Os preços futuros do petróleo referentes à outubro caíram quase 4 por cento, fechando a 69,29 dólares o barril, devido a um crescimento acima do estimado nos estoques de gasolina.

"Tanto as ações quanto o petróleo estão exaustos. O dinheiro vinha saindo do dólar em direção às ações e sustentando os papéis de energia durante toda esta semana", disse o diretor-geral da Knight Equity Markets, Peter Kenny.

No acumulado da semana, contudo, o Dow Jones subiu 1,7 por cento, o S&P 500 ganhou 2,6 por cento e o Nasdaq avançou 3,1 por cento.

O S&P 500 está agora valorizado em 54 por cento ante a mínima de fechamento em 12 anos atingida no início de março.

Refletindo o declínio no preço do petróleo, os papéis da Chevron caíram 1 por cento, maior peso negativo no Dow Jones. As ações da Exxon Mobil também cederam 1 por cento.

Entre as ações de bom desempenho, FedEx saltou 6,4 por cento, depois de a companhia elevar sua perspectiva de lucro trimestral. O prognótico levantou ainda as ações da rival UPS em 4,4 por cento.

Outra fonte de otimismo veio de uma pesquisa da Reuters/Universidade de Michigan mostrando que a confiança do consumidor norte-americano subiu mais que o esperado no início de setembro, alcançando o maior nível em três meses.

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