! Lobão: Petro-Sal pode virar Petromar, Petrosocial ou PetroBrasil - 06/10/2009 - Reuters - Economia
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06/10/2009 - 17h58

Lobão: Petro-Sal pode virar Petromar, Petrosocial ou PetroBrasil

BRASÍLIA (Reuters) - O governo vai consultar o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) para escolher o nove nome da Petro-Sal, empresa estatal que terá principalmente a função de fiscalizar os custos de produção das empresas que vão explorar os blocos ainda não licitados da nova fronteira petrolífera.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o nome Petro-Sal já estava registrado e o dono da marca sumiu.

"Nós vamos fazer um esforço para encontrar um novo nome para a Petro-Sal, nós não podemos mais esperar", disse a jornalistas nesta terça-feira após participar de audiência na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o decreto de criação da Petro-Sal.

Os nomes que serão consultados, segundo Lobão, seriam Petromar, Petrosocial e PetroBrasil.

Perguntado se a empresa não poderá virar "um feudo do PMDB do Maranhão", Lobão negou essa intenção mas, brincando, afirmou que se "o Maranhão tiver os melhores, vamos escolher os maranhenses".

Pela proposta de projeto do governo, a diretoria da Petro-Sal seria indicada pelo Ministério de Minas e Energia e nomeada pelo presidente da República. O projeto está na Câmara e pode receber emendas.

Mais cedo, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse que os primeiros dirigentes da empresa que vai gerir os contratos do pré-sal, inclusive os da Petrobras, que será operadora única, deverão ser funcionários aposentados da Petrobras.

"Acredito que a força de trabalho da Petro-Sal será inicialmente composta por aposentados da Petrobras ou de brasileiros que estiverem em outras empresas fora do Brasil e voltarem para o Brasil", avaliou Gabrielli durante audiência pública da comissão especial da Câmara.

O atual diretor de Exploração e Produção da companhia, Guilherme Estrella, conhecido como o "pai do pré-sal", estava aposentado quando foi chamado a retornar à estatal no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003.

(Por Ana Paula Paiva, com reportagem adicional de Fernando Exman)

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