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28/09/2009 - 10h43

Dólar tem pregão morno e opera praticamente estável

SÃO PAULO - A moeda americana está oscilando entre estabilidade e leve alta, nesta manhã de terça-feira. Desde ontem, o preço do dólar tem oscilado entre ligeiro aumento e declínio, sem uma força vendedora ou compradora predominante. Isso ocorre apesar da capitalização da Petrobras. Parte dos analistas esperava um declínio acentuado na cotação da moeda americana, por conta do forte ingresso de recursos provenientes da operação. O dólar poderia, inclusive, ter rompido o piso de R$ 1,70 já na semana passada, mas isso não aconteceu. Por volta das 10h25, o dólar comercial operava estável, cotado a R$ 1,708 na compra e a R$ 1,710 na venda. Na máxima, foi a R$ 1,715. No mercado futuro, o contrato de outubro negociado na BM&F tinha ligeiro recuo de 0,05%, a R$ 1,710. Ontem, o Banco Central realizou apenas um leilão de compra de dólares no mercado à vista. Desde o dia 8 de setembro, a autoridade monetária vinha promovendo leilões duas vezes ao dia. Apesar disso, a moeda americana não despencou, encerrando a sessão de segunda-feira praticamente estável, com recuo de 0,05%, para R$ 1,710 na venda. Nesta manhã, foi divulgado que o governo central brasileiro apresentou superávit primário de R$ 4 bilhões em agosto. Um mês antes, o resultado das contas do Tesouro Nacional, INSS e Banco Central (BC) tinha sido positivo em R$ 842,5 milhões (dado revisado).

As commodities estão em queda, nesta manhã. Instantes atrás, o índice CRB, que mede o desempenho de uma cesta de commodities, declinava 0,34%. No mercado de câmbio externo, o euro registrava queda de 0,15% ante o dólar, mas permanecia no patamar de US$ 1,34. (Karin Sato | Valor)
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