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12/11/2009 - 08h15

Lucro líquido da AmBev avança mais de 5% no trimestre

SÃO PAULO - A AmBev registrou lucro líquido consolidado de R$ 1,230 bilhão no terceiro trimestre, com alta de 5,8% na comparação com o R$ 1,163 bilhão dos mesmos três meses do ano passado. Normalizado, ou seja, antes de itens não recorrentes, o lucro foi de R$ 1,232 bilhão, com elevação de 5,6% perante o R$ 1,167 bilhão do período de julho a setembro de 2008.

A companhia de bebidas explicou que o crescimento no lucro está relacionado com o bom desempenho operacional, parcialmente influenciado "por uma alíquota efetiva de imposto de renda maior".

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) subiu 13,8%, indo de R$ 2,085 bilhões no terceiro trimestre de 2008 para R$ 2,372 bilhões em período equivalente do exercício atual. A margem Ebitda saiu de 43,4% para 43,8%. O Ebitda normalizado alcançou R$ 2,373 bilhões, com elevação de 13,7%. A margem Ebitda normalizada ficou em 43,9%, ante os 43,5% do ano anterior.

Refletindo um aumento dos volumes e de preços, a receita líquida expandiu-se 12,7%, para R$ 5,411 bilhões.

"Olhando para frente, continuaremos com foco em inovação e execução dos planos de produção, vendas e distribuição para o verão. Nossas marcas têm obtido muito sucesso junto aos consumidores e pretendemos aproveitar o momento favorável prosseguindo com o investimento nelas em 2010", observou a AmBev em nota.

Na divisão AmBev Brasil, o lucro bruto somou R$ 2,292 bilhões nos três meses até setembro, acima dos R$ 2,046 bilhões de um ano atrás. O Ebitda normalizado teve elevação de 13,4%, de R$ 1,438 bilhão para R$ 1,631 bilhão. A receita líquida avançou 10,8% e atingiu R$ 3,341 bilhões.

Olhando apenas para a unidade Cerveja Brasil, o Ebitda normalizado foi de R$ 1,340 bilhão no terceiro trimestre, uma elevação de 13,7%, e a receita líquida situou-se em R$ 2,752 bilhões, acréscimo de 12,1%.

O volume de cerveja no Brasil teve ampliação de 12,3% no trimestre, destacou a companhia, "graças ao crescimento real da renda disponível ao consumidor pelo terceiro trimestre consecutivo e a ganhos de participação de mercado".

(Juliana Cardoso | Valor)

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