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18/11/2009 - 19h30

Ações e ADRs não reagem ao IOF no after market

SÃO PAULO - A maioria dos papéis mais líquidos da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) mantinha a trajetória de baixa no pregão noturno (after market) em relação ao fechamento regulamentar. O mesmo ocorria com os ADRs de empresas brasileiras em Nova York.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou há pouco medida que prevê cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 1,5% sobre os recibos de ações (Depositary Receipts - DRs) de empresas brasileiras no exterior.

Em Nova York, onde as bolsas fecharam há alguns minutos, o ADR da Petrobras registrava baixa de 1,46% no after market, após ter caído 1,50% no horário regulamentar. No caso da Vale, os papéis que haviam caído 2,65%, ampliava a baixa para 2,69% no after market.

Na bolsa paulista, Petrobras PN voltava a subir 0,13% no pregão eletrônico após ter caído 0,52% a R$ 38,20 no horário regulamentar. Vale PNA caía 2,26% ante os 2,30% (R$ 42,30) do fechamento; Itaú Unibanco PN declinava 1,27% (R$ 38,00), mesma variação do fechamento; BM & FBovespa, que havia fechado em baixa de 3,09% (R$ 11,90) registra agora perda de 4,07%; e Bradesco PN que fechou com desvalorização de 0,98% (R$ 36,04) sustenta recuo de 0,93% no momento.

(Bianca Ribeiro | Valor)

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