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19/01/2010 - 11h32

Lula é o 3º presidente na América com melhor nível de aprovação

SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou em terceiro lugar no ranking de popularidade da Consulta Mitofsky, empresa mexicana de investigação da opinião pública que reuniu estudos sobre a avaliação de mandatários por seus cidadãos. Com 83% de aprovação, a pesquisa, que englobou 17 dirigentes na América, destaca o mérito de Lula estar há mais de sete anos no poder.
No topo da lista, está o presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, que, com apenas três meses no cargo, conta com 91% de aprovação. Na sequência, aparece Mauricio Funes, de El Salvador, com 88% de aprovação.

Após Lula, está a presidente do Chile, Michelle Bachelet, que, no fim de semana, não conseguiu eleger seu sucessor no cargo. Com 81% de aprovação, a consultoria considera a cifra altíssima tendo em vista que está a ponto de deixar a direção do país.

Entre 55% e 75% de aprovação, estão Álvaro Uribe (Colômbia - 64%), Tabaré Vázquez (Uruguai - 61%), Evo Morales (Bolívia - 60%) e Felipe Calderón (México - 55%).

No nível de popularidade considerada média, entre 55% e 45%, segundo o levantamento, há três mandatários: Fernando Lugo, do Paraguai, com 50% de aprovação, Barack Obama, dos EUA, com 48%, muito abaixo da taxa do começo de sua gestão, que superava 60%, e Álvaro Colom, da Guatemala, com 46%.
Óscar Arias, vencedor do Nobel da Paz e presidente da Costa Rica, e Rafael Correa, presidente do Equador, ficaram com 44% e 42% de aprovação, respectivamente, nível considerado como baixo.

Já o premiê canadense Stephen Harper se encontra entre os dirigentes com menores níveis de aprovação (32%). Ou seja, um em cada três cidadãos do país o aprova. Também integram esse grupo o presidente do Peru, Alan García (29%), o mandatário da Nicarágua, Daniel Ortega (26%) e, por último, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner (19%).

A Consulta Mitofsky lembra que a recompilação de estudos sobre a aprovação dos mandatários cumpre o objetivo de concentrar, em um único documento, números que, apesar de respeitarem metodologias e prazo de coleta diferentes, permitem conhecer de maneira contextual o nível que cada dirigente tem entre seus governados.

(Juliana Cardoso | Valor)

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