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17/02/2010 - 13h08

Bovespa indica abertura em leve alta; mercado aguarda números dos EUA

SÃO PAULO - Enquanto aguardam indicadores a serem divulgados nos Estados Unidos, os investidores adotam certa cautela nos negócios desta quinta-feira. No mercado americano, os índices futuros estavam praticamente estáveis nesta manhã, assim como as bolsas europeias.

No cenário local, o Ibovespa futuro abriu o dia em queda e, há pouco, subia apenas 0,11%, aos 68.680 pontos.

Ontem, o Ibovespa teve alta de 1,85%, aos 67.570 pontos, no maior patamar desde 1º de fevereiro. O giro financeiro atingiu R$ 11,205 bilhões, dos quais R$ 2,47 bilhões partiram do exercício de opções sobre o Ibovespa.

Em Wall Street, o índice Dow Jones subiu 0,50%, o Nasdaq ganhou 0,76% e o S&P 500 registrou valorização de 0,63%.

Nesta jornada, estão em pauta nos Estados Unidos o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) referente ao mês de janeiro, além do índice de indicadores antecedentes, a variação semanal nos pedidos por seguro-desemprego e a pesquisa de atividade do Federal Reserve (Fed, o banco central do país) da Filadélfia.

Na China, os investimentos estrangeiros diretos no país aumentaram 23,4% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2010, totalizando US$ 10,03 bilhões, de acordo com o Ministério de Comércio local.
Na Ásia, o otimismo demonstrado pelo Fed na ata da reunião realizada em janeiro animou os investidores. Os principais mercados acionários fecharam a sessão desta quinta-feira em alta, reagindo ao aumento da estimativa de expansão da economia americana, em 2011.

Na bolsa de Tóquio, o Nikkei 225 subiu 0,26%; em Hong Kong, o índice Hang Seng teve alta de 0,63%; e, em Xangai, o Shanghai Composite registrou 0,10% de valorização.
Já as bolsas de Taipé e Seul seguiram em sentido contrário. O índice Taiwan Taiex recuou 0,33% neste pregão, enquanto o Kospi teve baixa de 0,60%.

No Brasil, destaque para o balanço do Banco do Brasil (BB), que apresentou lucro líquido de R$ 11,703 bilhões em 2010, com alta de 15,3% em relação aos R$ 10,148 bilhões apurados um ano antes. Sem efeitos extraordinários, o lucro anual correspondeu a R$ 10,664 bilhões, excedendo os R$ 8,506 bilhões de 2009.

Apenas no quarto trimestre de 2010, o lucro líquido somou R$ 4,002 bilhões, ou 3,68% mais enxuto do que os R$ 4,155 bilhões somados entre outubro e dezembro do calendário anterior. Sem efeitos extraordinários, o lucro cresceu, indo de R$ 1,819 bilhão nos três últimos meses de 2009 para R$ 3,704 bilhões no mesmo intervalo do ano seguinte.
(Beatriz Cutait | Valor)
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