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17/02/2010 - 12h47

Zona do euro tem superávit comercial de 4,4 bi de euros em dezembro

SÃO PAULO - A balança comercial da zona do euro apresentou superávit de 4,4 bilhões de euros em dezembro do ano passado, um avanço ante o déficit de 1,8 bilhão de euros verificado no mesmo período de 2008.

Os dados são preliminares e foram divulgados hoje pela agência oficial de estatísticas Eurostat. Segundo o levantamento, as exportações na região totalizaram 111,8 bilhões em dezembro, um recuo de 1% na comparação anual, sem ajuste sazonal. As importações, por sua vez, caíram 6% em dezembro, passando de 114,2 bilhões de euros em igual mês de 2008 para 107,4 bilhões de euros. Já na comparação com novembro, quando o superávit comercial tinha sido de 4 bilhões de euros, as exportações cresceram 3,1% e as importações, 1,7%, em uma base ajustada sazonalmente. Ao longo de 2009, a balança comercial dos 16 países que compõem a zona do euro registrou um superávit de 22,3 bilhões de euros, contra um déficit de 54,7 bilhões de euros em 2008. Nos 27 países integrantes da União Europeia, por outro lado, houve déficit de 105,5 bilhões de euros em 2009, contra um déficit de 258,4 bilhões de euros em 2008. Já em dezembro, os países da União Europeia registraram déficit de 2,5 bilhões de euros contra 11,3 bilhões de euros no mesmo mês de 2008. No último mês de 2009, na comparação com novembro, as exportações cresceram 2% e as importações, 0,5%, em uma base ajustada sazonalmente. O fluxo comercial dos países da União Europeia com seus principais parceiros comerciais caiu, com exceção das exportações para a China, que cresceram 2%. As quedas mais acentuadas dizem respeito às exportações para a Rússia, com retração de 39% entre janeiro e novembro contra igual período de 2008; à Turquia, com declínio de 22%; ao Brasil, com queda de 21%; aos Estados Unidos, com diminuição de 19% e à Coreia do Sul, com retração de 18%. Já as importações provenientes da Rússia caíram 38%; da Noruega, 30%; do Brasil, 29%; do Japão, 27%; e da Turquia, 23%. As quedas menos acentuadas se referem à Suíça, com retração de 11% nas exportações e de 9% nas importações. (Karin Sato | Valor)

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