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06/04/2010 - 16h24

Após chuvas, lama e lixo se espalham pelas ruas do Rio

RIO - Após o fim dos alagamentos que atingiram o Rio de Janeiro nas últimas horas, toneladas de lama e lixo se espalham pelas ruas da cidade. Poças de água ainda podem ser vistas em algumas áreas. Centenas de garis tentam recolher a lama das calçadas e das pistas com a ajuda de pás.

Na Praça da Bandeira e na região da Tijuca, áreas mais afetadas por alagamentos na cidade, moradores também tentam se livrar da lama em frente a suas casas, com mangueiras e vassouras.
Segundo a prefeitura, cerca de 4 mil garis e mais 1,5 mil servidores da Divisão de Conservação do município trabalham nas ruas para limpar a sujeira na cidade.

A chuva começou no final da tarde de ontem. Os motoristas que saíam do trabalho e tentavam passar por trechos alagados ficavam presos no engarrafamento.
Muitos deles foram obrigados a abandonar os carros e procurar abrigo em local seguro. Os bombeiros chegaram a usar botes salva-vidas para resgatar pessoas que ficaram presas com o transbordamento do Rio Maracanã. Até quem estava dentro de ônibus precisou ser resgatado.

Muita gente ficou sem condições de ir para casa porque a Avenida Brasil, principal ligação do centro com as zonas norte e oeste do Rio ficou com vários bolsões d'água. O temporal veio acompanhado de uma ventania, que chegou a registrar mais de 70 quilômetros por hora na altura do Forte de Copacabana.

Hoje, as escolas das redes municipal e estadual, as universidades e a maior parte dos estabelecimentos da rede particular suspenderam as aulas. As atividades escolares também foram suspensas em todas as unidades de ensino técnico e profissionalizante da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro (Faetec), segundo nota divulgada pela entidade.

Vários órgãos públicos e grandes empresas, públicas e privadas, também pararam as atividades administrativas ou tornaram o ponto facultativo, porque os diversos pontos de alagamento, em todas as áreas da cidade, impedem o deslocamento de funcionários até o trabalho.

(Agência Brasil)

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